Re-conhecer
Eu a procuro há tanto tempo
-muito tempo mesmo-
uns "todos os anos de minha vida"
de longe, a mais requerida
e há quem diga que uma mente alterada
jamais pode ao seu estado inicial retornar,
fico apenas com minhas ambições
altere-a por completo, todas repartições
E ao estado em que estou,
não vejo mais o original, tão distante
aceito que o horizonte, primeiro inalcançável,
tornou-se o destino mais provável
E a sabedoria me limpa por completo,
ignora tudo aquilo alheio ao conhecimento
conhecimento de nada, conhecimento banal
a mente em seu estado trabalhado, artesanal
E eu percebo, por tristeza,
que nada é mais como antes,
limpeza cerebral,
o homem em seu estado animal
Mas, por sorte
em algum estudo ou outro,
evolui-se mais, e tudo flui
e a mente outros sentidos atribui
E o que antes era tristeza
transforma-se em completa alegria
e a mente em tópico
alcança seu estado utópico
domingo, 2 de novembro de 2014
sexta-feira, 24 de outubro de 2014
Sua cor
Sua cor
A abundância do meu mundo enorme,
meu mundo só de cores, todas elas juntas
amarelo, preto, lilás, cor qualquer
pensar em nenhuma cor sequer.
As cores todas juntas,
formam o mais bonito mosaico,
uma paisagem de primavera
ou o seu perfeito retrato.
Não te defino agora como um amor qualquer,
antes disso, sou o mais cientifico possível,
mas vejo que minha comparação não é plausível,
uma explicação exata é inatingível.
As parábolas perfeitas de sua bochecha,
de valor qualquer que seja,
marcam mais um traço de sua beleza
Os traços do nariz, tangentes à bochecha,
realçam os olhos, dos que o vêem
e deixam apaixonados,
tanto quanto seus cabelos jogados.
Essas cores colocadas de qualquer forma no seu rosto,
deixam apenas o esboço da perfeição.
E chamam todos a ver
e são seduzidos sem querer.
Agora as cores me voltam à mente,
o azul, o castanho, o rosa.
Não aquelas cores presentes do arco-íris,
mas sob seu cabelo, sua pele, sua íris.
E, estranhamente,
deixam meu mundo muito mais colorido,
saio do preto e branco cotidiano,
e meu mundo ganha sentido,
e meu coração, fica preenchido
A abundância do meu mundo enorme,
meu mundo só de cores, todas elas juntas
amarelo, preto, lilás, cor qualquer
pensar em nenhuma cor sequer.
As cores todas juntas,
formam o mais bonito mosaico,
uma paisagem de primavera
ou o seu perfeito retrato.
Não te defino agora como um amor qualquer,
antes disso, sou o mais cientifico possível,
mas vejo que minha comparação não é plausível,
uma explicação exata é inatingível.
As parábolas perfeitas de sua bochecha,
de valor qualquer que seja,
marcam mais um traço de sua beleza
Os traços do nariz, tangentes à bochecha,
realçam os olhos, dos que o vêem
e deixam apaixonados,
tanto quanto seus cabelos jogados.
Essas cores colocadas de qualquer forma no seu rosto,
deixam apenas o esboço da perfeição.
E chamam todos a ver
e são seduzidos sem querer.
Agora as cores me voltam à mente,
o azul, o castanho, o rosa.
Não aquelas cores presentes do arco-íris,
mas sob seu cabelo, sua pele, sua íris.
E, estranhamente,
deixam meu mundo muito mais colorido,
saio do preto e branco cotidiano,
e meu mundo ganha sentido,
e meu coração, fica preenchido
Fez algum significado à você?
Fez algum significado à você?
O caminho do homem justo,
é coisa eterna e veraz,
não deixa caminho senão
o descaso do homem, capataz
O sentimento vem agora,
e não coloco ao texto se quer
coisa alguma diferente
que não me convier
A negação constante
das coisas que já se fez,
almejando sempre,
reconhecimento verídico, iminente
A humildade, que agora tão humilde
não vem com o texto reconciliar,
ficou uma droga, admito,
só não deixo claro o quanto achei bonito
E elevando-se a beleza,
o texto torna-se especial, criado por mim
e o reconhecimento vem
e passa rápido, triste fim
Mas se antes disso,
não der ao texto significância nenhuma,
o texto fica, a ideia prevalece
e ao futuro, qualquer um que ler o coração padece
E o texto resplandece tão bonito,
com o brilho almeja o infinito
e deixa-se só, escondido
para em outros momentos ser relido.
E retomo aqui uma frase tão bonita,
quase em metalinguística favorita
"A humildade com os superiores é dever,
com os iguais é cortesia e com os inferiores é nobreza".
Essa deixa clara e certeza
usar a humildade,
não como forma de se tornar superior
nem como se tornar inferior,
mas deixar resplandecer a solidariedade
de uma boa compactuabilidade.
E enfim então,
não precisa se elevar,
pois sendo humilde, coloca todos em um mesmo patamar,
e sua grandiosidade todos os outros irão perceber e vangloriar.
O caminho do homem justo,
é coisa eterna e veraz,
não deixa caminho senão
o descaso do homem, capataz
O sentimento vem agora,
e não coloco ao texto se quer
coisa alguma diferente
que não me convier
A negação constante
das coisas que já se fez,
almejando sempre,
reconhecimento verídico, iminente
A humildade, que agora tão humilde
não vem com o texto reconciliar,
ficou uma droga, admito,
só não deixo claro o quanto achei bonito
E elevando-se a beleza,
o texto torna-se especial, criado por mim
e o reconhecimento vem
e passa rápido, triste fim
Mas se antes disso,
não der ao texto significância nenhuma,
o texto fica, a ideia prevalece
e ao futuro, qualquer um que ler o coração padece
E o texto resplandece tão bonito,
com o brilho almeja o infinito
e deixa-se só, escondido
para em outros momentos ser relido.
E retomo aqui uma frase tão bonita,
quase em metalinguística favorita
"A humildade com os superiores é dever,
com os iguais é cortesia e com os inferiores é nobreza".
Essa deixa clara e certeza
usar a humildade,
não como forma de se tornar superior
nem como se tornar inferior,
mas deixar resplandecer a solidariedade
de uma boa compactuabilidade.
E enfim então,
não precisa se elevar,
pois sendo humilde, coloca todos em um mesmo patamar,
e sua grandiosidade todos os outros irão perceber e vangloriar.
sexta-feira, 12 de setembro de 2014
Sem leitores
Sem leitores
Ele está aqui
sem mais nem menos vem
e desola todo bem
E a felicidade grotesca
se transforma em tristeza animalesca
como um gato sem novelo,
a tristeza me ataca por inteiro
E o poema tão óbvio
vai se ramificando
ramos complexos
para qualquer um
E deixa tantos temas em aberto
que não sabe qual fim
o poema deve tomar,
deixe-o assim, criar um fim próprio, transformar
E a beleza do poema
surge quase imperceptível,
a medida que as palavras são jogadas
e todas as vozes agora caladas
Criticam incessante ao poema,
deixe-o como dilema ( moral )
qualquer tema banal
que venha com o leitor satisfazer
E mata o leitor de prazer,
saber,
que talvez por um segundo,
o autor criou consciência
e lembrou de sua existência
Ele está aqui
sem mais nem menos vem
e desola todo bem
E a felicidade grotesca
se transforma em tristeza animalesca
como um gato sem novelo,
a tristeza me ataca por inteiro
E o poema tão óbvio
vai se ramificando
ramos complexos
para qualquer um
E deixa tantos temas em aberto
que não sabe qual fim
o poema deve tomar,
deixe-o assim, criar um fim próprio, transformar
E a beleza do poema
surge quase imperceptível,
a medida que as palavras são jogadas
e todas as vozes agora caladas
Criticam incessante ao poema,
deixe-o como dilema ( moral )
qualquer tema banal
que venha com o leitor satisfazer
E mata o leitor de prazer,
saber,
que talvez por um segundo,
o autor criou consciência
e lembrou de sua existência
quarta-feira, 20 de agosto de 2014
Tristezas cotidianas
Tristezas cotidianas
A abstinência de escrever
me volta ao texto pensar,
escrever algo bonito,
desejo infinito
A doce tristeza
de sentir saudade
deixe o amor de lado
eterna vaidade
Ao correr do texto,
percebo em sua forma
o tom sombrio se apropriar
todos os textos antes escritos lamentar
Forcarei bastante
para que nesse instante,
não pense em qualquer tristeza
que tire do texto toda realeza
Deixe lindo, ver pássaros
aos animais cumprimentar,
coloque coisas bonitas
para o poema embelezar
A tristeza retoma,
e o poema ganha tom de ironia,
não te amo mais,
faria isso o poeta ? Faria.
A abstinência de escrever
me volta ao texto pensar,
escrever algo bonito,
desejo infinito
A doce tristeza
de sentir saudade
deixe o amor de lado
eterna vaidade
Ao correr do texto,
percebo em sua forma
o tom sombrio se apropriar
todos os textos antes escritos lamentar
Forcarei bastante
para que nesse instante,
não pense em qualquer tristeza
que tire do texto toda realeza
Deixe lindo, ver pássaros
aos animais cumprimentar,
coloque coisas bonitas
para o poema embelezar
A tristeza retoma,
e o poema ganha tom de ironia,
não te amo mais,
faria isso o poeta ? Faria.
segunda-feira, 7 de julho de 2014
Mais uma sem "era uma vez"
Mais uma sem "era uma vez"
A história está aqui,
escrita em versos simplórios
deixo o antigo desleixo
cotidiano
E, quando escrevo isso, relembro de tudo
tudo mesmo, de todas as memórias perdidas
de tudo aquilo que tinha e se passou
o ódio que qualquer antigo amor deixou
E de uma grotesca amnésia que sentia
não sinto mais (alegria)
todavia,
era o mais triste ser que imaginar podia
Não foi de qualquer falta de memórias
dos tempos bons, apenas histórias,
e os tempos ruins abundantes
deixam um impacto mais marcante
Nenhum amor perdido, antes disso
um amor que tinha demais e apenas deteriorou
não culpo ninguém,
pois não lembro quem possa ser o alguém
que o amor matou
E agora, sem lembranças para delatar o ocorrido
fico aqui escondido,
procurando apenas a prisão de uma,
que grita o meu passado perdido
Quem eu achei que era meu amigo
que guardo no peito como um abrigo,
traidora!
brado para a mente inconstante
que revela a memória incapacitante
A história está aqui,
escrita em versos simplórios
deixo o antigo desleixo
cotidiano
E, quando escrevo isso, relembro de tudo
tudo mesmo, de todas as memórias perdidas
de tudo aquilo que tinha e se passou
o ódio que qualquer antigo amor deixou
E de uma grotesca amnésia que sentia
não sinto mais (alegria)
todavia,
era o mais triste ser que imaginar podia
Não foi de qualquer falta de memórias
dos tempos bons, apenas histórias,
e os tempos ruins abundantes
deixam um impacto mais marcante
Nenhum amor perdido, antes disso
um amor que tinha demais e apenas deteriorou
não culpo ninguém,
pois não lembro quem possa ser o alguém
que o amor matou
E agora, sem lembranças para delatar o ocorrido
fico aqui escondido,
procurando apenas a prisão de uma,
que grita o meu passado perdido
Quem eu achei que era meu amigo
que guardo no peito como um abrigo,
traidora!
brado para a mente inconstante
que revela a memória incapacitante
domingo, 22 de junho de 2014
Apelido carinhoso
Apelido carinhoso
O sentimento que acompanha toda a manhã,
a partir de agora consigo apenas senti-lo
e ele tem um nome especial,
não deixe o poema sentimental
E escrevo esse para muitos outros sentimentos parecidos
coisas que guardei por um tempo
alguns nomes especiais que segurei
e que agora em apenas um nome findei
Muitos nomes mesmo, apelidos para a mesma coisa
apelidos para o mesmo sentimento
e que fica assim
guardado, até chegar outro fim
E de vez em quando esse nome não tem sentido nenhum
e até que, de repente, dou um novo apelido pra ele
e esse apelido cola, e fica por um tempo,
até ao dicionario voltar sem significado lamento
E as vezes esse nome tem mais de um apelido,
e chamo como bem quiser, tenho lembranças do que for
e guardo para mim, o rancor
deixo apenas o sentimento sem dor
Mas agora, fico na alegria aqui,
e deixo e posso sorrir,
essa palavra agora amanheceu
e tem um apelido especial
amor não é nem um mau !
O sentimento que acompanha toda a manhã,
a partir de agora consigo apenas senti-lo
e ele tem um nome especial,
não deixe o poema sentimental
E escrevo esse para muitos outros sentimentos parecidos
coisas que guardei por um tempo
alguns nomes especiais que segurei
e que agora em apenas um nome findei
Muitos nomes mesmo, apelidos para a mesma coisa
apelidos para o mesmo sentimento
e que fica assim
guardado, até chegar outro fim
E de vez em quando esse nome não tem sentido nenhum
e até que, de repente, dou um novo apelido pra ele
e esse apelido cola, e fica por um tempo,
até ao dicionario voltar sem significado lamento
E as vezes esse nome tem mais de um apelido,
e chamo como bem quiser, tenho lembranças do que for
e guardo para mim, o rancor
deixo apenas o sentimento sem dor
Mas agora, fico na alegria aqui,
e deixo e posso sorrir,
essa palavra agora amanheceu
e tem um apelido especial
amor não é nem um mau !
sexta-feira, 6 de junho de 2014
Com muito açúcar
Com muito açúcar
Das tristes confissões
de mais de quinze goles
que eu dei
e que ainda não acabei.
Deixo aqui especialmente
um dos temas que pensei que jamais escreveria a respeito
esse poema é meu predicado e sujeito,
deixo o café ao lado esquerdo e direito do peito.
E falando sobre isso,
sinto medo, muito mesmo
falar algo errado, uma coisa tão importante
o café de todo instante .
Algumas coisas como café ( em especial )
umas certas palavras pra mim também que são de tudo um mal
pra escrever a respeito, não consigo
sinto o amargo comigo.
Talvez Unstoppable,
ou outras palavras que pra mim são um mal maior
deixo aqui os problemas de lado, tomara que esse poema fique ruim,
tire o ego que mora em mim.
Mas não dá, a palavra café deixa o poema especial
se não sentiu não se sinta mal
foi do amargo do peito que deixou a tristeza
que não deixa ao poema transpassar nenhuma beleza.
O amor deixei de lado,
qualquer lugar que vá
o café me acompanha ( acompanhará )
aqui ele vira um sujeito mais que especial
um cara legal.
E agora
fico sozinho, sem ninguém mesmo
não sinta pena do poeta, ele é só mais um,
cara comum.
E agora o café passa, volta a alegria
que já foi um dia,
de quem nunca foi amado,
descafeinado.
Das tristes confissões
de mais de quinze goles
que eu dei
e que ainda não acabei.
Deixo aqui especialmente
um dos temas que pensei que jamais escreveria a respeito
esse poema é meu predicado e sujeito,
deixo o café ao lado esquerdo e direito do peito.
E falando sobre isso,
sinto medo, muito mesmo
falar algo errado, uma coisa tão importante
o café de todo instante .
Algumas coisas como café ( em especial )
umas certas palavras pra mim também que são de tudo um mal
pra escrever a respeito, não consigo
sinto o amargo comigo.
Talvez Unstoppable,
ou outras palavras que pra mim são um mal maior
deixo aqui os problemas de lado, tomara que esse poema fique ruim,
tire o ego que mora em mim.
Mas não dá, a palavra café deixa o poema especial
se não sentiu não se sinta mal
foi do amargo do peito que deixou a tristeza
que não deixa ao poema transpassar nenhuma beleza.
O amor deixei de lado,
qualquer lugar que vá
o café me acompanha ( acompanhará )
aqui ele vira um sujeito mais que especial
um cara legal.
E agora
fico sozinho, sem ninguém mesmo
não sinta pena do poeta, ele é só mais um,
cara comum.
E agora o café passa, volta a alegria
que já foi um dia,
de quem nunca foi amado,
descafeinado.
quinta-feira, 5 de junho de 2014
Always ready
Always ready
O poema não será em inglês,
volte a ler isso ai,
talvez com o texto em inglês, expresse melhor a ideia
dos sentimentos que o poema quer passar
Deixo para lá,
fico tranquilo por aqui,
sempre pronto,
estou no ponto
Se qualquer coisa,
tira essa moral que em mim detém
fico tranquilo, sempre pronto
seja mal ou bem
Imparável cordialidade,
de ter respeito com todos,
a verdadeira verdade, deixo aqui
para que todos que vejam sofram ( não sorri)
Tudo chora, por alguns livros a tristeza implora,
diz pra mim, triste fim ( de policarpo quaresma)
e agora tão triste padeça,
em uma poça de tristezas sem lágrimas
E talvez, fazendo esse texto,
procrastine mais um pouco
e faça esse verso em 5 ou 10 minutos,
aceite o absoluto
O poema deixa triste o poeta triste
e agora, largo de escrever, vou ler alguma coisa
obra minha jamais, de tristeza vil capataz
talvez Macunaíma ...
O poema não será em inglês,
volte a ler isso ai,
talvez com o texto em inglês, expresse melhor a ideia
dos sentimentos que o poema quer passar
Deixo para lá,
fico tranquilo por aqui,
sempre pronto,
estou no ponto
Se qualquer coisa,
tira essa moral que em mim detém
fico tranquilo, sempre pronto
seja mal ou bem
Imparável cordialidade,
de ter respeito com todos,
a verdadeira verdade, deixo aqui
para que todos que vejam sofram ( não sorri)
Tudo chora, por alguns livros a tristeza implora,
diz pra mim, triste fim ( de policarpo quaresma)
e agora tão triste padeça,
em uma poça de tristezas sem lágrimas
E talvez, fazendo esse texto,
procrastine mais um pouco
e faça esse verso em 5 ou 10 minutos,
aceite o absoluto
O poema deixa triste o poeta triste
e agora, largo de escrever, vou ler alguma coisa
obra minha jamais, de tristeza vil capataz
talvez Macunaíma ...
quarta-feira, 28 de maio de 2014
Uma história
Uma história
sobre uma certa histórica,
que tem me machucado tanto,
desde os primórdios da teórica
Odeio bastante essas teorias,
e digo mais, odeio muito tudo isso
é grandioso o sentimento de tristeza
agora gastando a letra horrenda com um trabalho
Fico calado, ouvindo qualquer coisa que fale mais alto
que eu próprio, elevo-me à planalto
E agora, parado sem escrever nada
sobre a teoria histórica que me machuca
Deixo o texto assim sem consulta
pois me lembro que o dia já finda
é chegado o amanha,
dia de acabar esse trabalho e concluir a façanha
quarta-feira, 21 de maio de 2014
Parabéns, para quem ? Aniversário de um dia banal
Parabéns, para quem ?
Aniversário de um dia banal
Esse título foi escrito antes do poema
( como em outros já feitos anteriormente)
não deixo a ambiguidade iminente,
abro o tema no titulo, totalmente
Venho falar sobre certos um ano( de que ?)
de nada em especial,
do dia comum e normal,
como um dia sem nada especial
E aqui, neste poema,
faço urras e menções honrosas a este dia,
dia sem igual,
aniversário de um dia banal
Pelas escritas até aqui, pensei em alguns títulos diferentes,
mas se não encontrar .. deixo este mesmo,
atende de fiel grado
do proposto no texto tratado
As felicidades das coisas simples vangloriar
este dia têm isso à mostrar
e sua função
faz com exatidão
O dia quase se acaba,
penso bastante sobre esse dia, e penso mais,
existem 364/365 dias ao ano
que são dias normais
Salvo este último para cada pessoa
dia de alegria infinda,
dos cabelos crescendo mais, do corpo se desenvolvendo
e de pessoas que podem estar morrendo
Dia de exaltar a não-morte diária,
da alegria perfeita da vida e do aniversário,
e esperar, um novo dia, que venha com a mesma magia
maldita ideologia
Aniversário de um dia banal
Esse título foi escrito antes do poema
( como em outros já feitos anteriormente)
não deixo a ambiguidade iminente,
abro o tema no titulo, totalmente
Venho falar sobre certos um ano( de que ?)
de nada em especial,
do dia comum e normal,
como um dia sem nada especial
E aqui, neste poema,
faço urras e menções honrosas a este dia,
dia sem igual,
aniversário de um dia banal
Pelas escritas até aqui, pensei em alguns títulos diferentes,
mas se não encontrar .. deixo este mesmo,
atende de fiel grado
do proposto no texto tratado
As felicidades das coisas simples vangloriar
este dia têm isso à mostrar
e sua função
faz com exatidão
O dia quase se acaba,
penso bastante sobre esse dia, e penso mais,
existem 364/365 dias ao ano
que são dias normais
Salvo este último para cada pessoa
dia de alegria infinda,
dos cabelos crescendo mais, do corpo se desenvolvendo
e de pessoas que podem estar morrendo
Dia de exaltar a não-morte diária,
da alegria perfeita da vida e do aniversário,
e esperar, um novo dia, que venha com a mesma magia
maldita ideologia
segunda-feira, 19 de maio de 2014
Vermelho
Vermelho
Ressoa o ódio e sentimento profundo
a mágoa que corrói agora,
por qualquer conta feita errada,
alterado o valor, trocada
Agora o lamento inútil
do pós prova incessante
das letras que não significam nada
além de minha tristeza gritante
A magnífica estadia
da discórdia na mente,
agora penetra tão profunda,
apenas sente
E tudo chora,
de qualquer ponto perdido
esse texto reescrito,
deixo o meu terrível aflito
Desculpe-me, coloquei a dor aqui,
simplesmente para, depois que esse acabar sorri
E apenas olho pra longe,
vendo todos os pontos do boletim sair
Ressoa o ódio e sentimento profundo
a mágoa que corrói agora,
por qualquer conta feita errada,
alterado o valor, trocada
Agora o lamento inútil
do pós prova incessante
das letras que não significam nada
além de minha tristeza gritante
A magnífica estadia
da discórdia na mente,
agora penetra tão profunda,
apenas sente
E tudo chora,
de qualquer ponto perdido
esse texto reescrito,
deixo o meu terrível aflito
Desculpe-me, coloquei a dor aqui,
simplesmente para, depois que esse acabar sorri
E apenas olho pra longe,
vendo todos os pontos do boletim sair
domingo, 11 de maio de 2014
Ode à Procrastinação
Ode à Procrastinação
Da magnificência que encontro neste texto
do leitor apenas peço o apreço,
dessa ação, de deixar as coisas inacabadas, tão covarde
(Escrever esse verso mais tarde)
Da magnificência que encontro neste texto
do leitor apenas peço o apreço,
dessa ação, de deixar as coisas inacabadas, tão covarde
(Escrever esse verso mais tarde)
quinta-feira, 8 de maio de 2014
Casado
Casado
Lamento corriqueiro
que agora na escrita não se faz menos inteiro,
qualquer coragem que não possua,
estou indo direto ao ponto, palavra minha e sua
Agora tão sem coragem - lamento com o leitor-
sinta minha dor, por favor !
faça seu coração agora por mim comover
deplorável fingimento parecer
Por todas as palavras não ditas
que agora não faltam em nada no texto
escrevo como penso, pareço
e agora, de falta de coragem padeço
De todos as palavras não trocadas
e das felicidades que pudiam ser vivenciadas
simplesmente culpo a coragem - me julgue
coragem inútil, revogue
Com tristeza de mim mesmo, com tristeza de toda a coragem
que não disse as palavras especiais,
sentimentos comoventes e banais
que podia ter tão somente dito
E agora, vem a tristeza incessante
e tira do poeta a calma, e deixa ao poema um fim horripilante
qualquer subjetividade que seja retirada aqui, seja ruim,
doravante simplesmente paro de culpar a coragem
Ora bolas, claro que irá acontecer de novo
toda essa falta de coragem e a tristeza importuna
que deixa na felicidade uma lacuna
impreenchível
E agora, no fim do texto,
o poeta novamente sem coragem para as palavras jogar
apenas diz " eu te amo ",
cala-se por uns certos segundos à amar
Deu certo, o texto por ele se apaixonar,
ficaram juntos muito tempo,
e do texto o sentimento, veio ao contento
com o poeta casar
Lamento corriqueiro
que agora na escrita não se faz menos inteiro,
qualquer coragem que não possua,
estou indo direto ao ponto, palavra minha e sua
Agora tão sem coragem - lamento com o leitor-
sinta minha dor, por favor !
faça seu coração agora por mim comover
deplorável fingimento parecer
Por todas as palavras não ditas
que agora não faltam em nada no texto
escrevo como penso, pareço
e agora, de falta de coragem padeço
De todos as palavras não trocadas
e das felicidades que pudiam ser vivenciadas
simplesmente culpo a coragem - me julgue
coragem inútil, revogue
Com tristeza de mim mesmo, com tristeza de toda a coragem
que não disse as palavras especiais,
sentimentos comoventes e banais
que podia ter tão somente dito
E agora, vem a tristeza incessante
e tira do poeta a calma, e deixa ao poema um fim horripilante
qualquer subjetividade que seja retirada aqui, seja ruim,
doravante simplesmente paro de culpar a coragem
Ora bolas, claro que irá acontecer de novo
toda essa falta de coragem e a tristeza importuna
que deixa na felicidade uma lacuna
impreenchível
E agora, no fim do texto,
o poeta novamente sem coragem para as palavras jogar
apenas diz " eu te amo ",
cala-se por uns certos segundos à amar
Deu certo, o texto por ele se apaixonar,
ficaram juntos muito tempo,
e do texto o sentimento, veio ao contento
com o poeta casar
terça-feira, 29 de abril de 2014
Qualquer um mais que especial
Qualquer um mais que especial
Agora sobre qualquer ser em especial,
que qualquer pessoa dá um nome algum
um nome ao que todos chama, comum
ao menos que não tenha, amigo nenhum
Não vou citar o nome daquele ao qual este direciona,
pelo menos não por hora,
porque com seu nome aqui, o texto brilha, cor infinda
o nome já traz em si só excelência de brilho
Amigo, uma palavra trunfo qualquer,
que esconde em cada partição, sentimentos diversos,
e à pessoas, fica cada vez mais complexo, um abrigo
conhecendo apenas quem seja seu próprio amigo
Neste texto cito uma partição especial,
talvez não uma partição, senão a maior parte
da definição de amigo que conheço
Pedro Maia, por esse o apreço
Atinge à todos, morte inabalável
Leva mais um amigo tão considerado,
Leve também, a tristeza que deixou,
quando veio, nem aos amigos considerou ?
Obrigado por tudo,
fica aqui o eterno sentimento,
este não estará escrito em livros e testamento,
apenas no coração o eterno lamento
De qualquer poetêro que venha escrever isto à você
Saiba que nada mais eu tenho em mente,
senão a tristeza sem você, incessante e crescente
Faça um café e apenas siga em frente.
Descanse em paz, Arnold
Gabriel Felipe ( Fei )
Agora sobre qualquer ser em especial,
que qualquer pessoa dá um nome algum
um nome ao que todos chama, comum
ao menos que não tenha, amigo nenhum
Não vou citar o nome daquele ao qual este direciona,
pelo menos não por hora,
porque com seu nome aqui, o texto brilha, cor infinda
o nome já traz em si só excelência de brilho
Amigo, uma palavra trunfo qualquer,
que esconde em cada partição, sentimentos diversos,
e à pessoas, fica cada vez mais complexo, um abrigo
conhecendo apenas quem seja seu próprio amigo
Neste texto cito uma partição especial,
talvez não uma partição, senão a maior parte
da definição de amigo que conheço
Pedro Maia, por esse o apreço
Atinge à todos, morte inabalável
Leva mais um amigo tão considerado,
Leve também, a tristeza que deixou,
quando veio, nem aos amigos considerou ?
Obrigado por tudo,
fica aqui o eterno sentimento,
este não estará escrito em livros e testamento,
apenas no coração o eterno lamento
De qualquer poetêro que venha escrever isto à você
Saiba que nada mais eu tenho em mente,
senão a tristeza sem você, incessante e crescente
Faça um café e apenas siga em frente.
Descanse em paz, Arnold
Gabriel Felipe ( Fei )
segunda-feira, 21 de abril de 2014
Depoimento de um texto
Depoimento de um texto
Do desanimo deplorável de escrever me encontro,
qualquer coisa está me torturando,
um texto sobre tortura,
tortura agora me aflige à borda da palavra insegura
E o texto sobre tortura qualquer
não foi criado ainda,
um texto social, avaliado,
mensuro as palavras antes de joga-las no parágrafo
Agora contra à tortura mantenho-me forte,
contra o que de fato ?
apenas uma opinião para o meu texto criar,
nada pessoal, tortura venha me desculpar
Agora à luz da palavra, escolher um ponto de vista parece tão cruel
tenho que me manter fiel,
não posso ficar em cima do muro,
do texto que nem comecei e já me sinto imaturo
Não considero pois a tortura viável,
excelente bater em alguém por esporte ou apanhar por má sorte
mas, cá entre nós, isso não é um argumento confiável
da tortura tenho rancor, e devo evita-la com pudor
Tenho que encontrar fonte mais considerável
e em cima dela me embasar,
e criar uma muralha impenetrável,
para que ninguém do meu texto discorde
Criando a canção sem nenhum acorde,
deixo as palavras soltas :
"Contra" , " direito humano ", "ficção"
a tortura invade o meu coração.
E agora , sem nenhum por quê,
jogo as folhas ao lado,
choro quase calado,
a tortura de escrever tem me afetado
Do desanimo deplorável de escrever me encontro,
qualquer coisa está me torturando,
um texto sobre tortura,
tortura agora me aflige à borda da palavra insegura
E o texto sobre tortura qualquer
não foi criado ainda,
um texto social, avaliado,
mensuro as palavras antes de joga-las no parágrafo
Agora contra à tortura mantenho-me forte,
contra o que de fato ?
apenas uma opinião para o meu texto criar,
nada pessoal, tortura venha me desculpar
Agora à luz da palavra, escolher um ponto de vista parece tão cruel
tenho que me manter fiel,
não posso ficar em cima do muro,
do texto que nem comecei e já me sinto imaturo
Não considero pois a tortura viável,
excelente bater em alguém por esporte ou apanhar por má sorte
mas, cá entre nós, isso não é um argumento confiável
da tortura tenho rancor, e devo evita-la com pudor
Tenho que encontrar fonte mais considerável
e em cima dela me embasar,
e criar uma muralha impenetrável,
para que ninguém do meu texto discorde
Criando a canção sem nenhum acorde,
deixo as palavras soltas :
"Contra" , " direito humano ", "ficção"
a tortura invade o meu coração.
E agora , sem nenhum por quê,
jogo as folhas ao lado,
choro quase calado,
a tortura de escrever tem me afetado
quarta-feira, 16 de abril de 2014
Alma indomável
Alma indomável
Desse estado lamentável em que me encontro,
de uma dor diferente em qualquer ponto
dos machucados que qualquer um possui
apenas em emoção meu corpo dilui
De qualquer sentimento triste,
partilhado por duas pessoas sozinhas,
que uma à outra assiste
das dores diferentes que cada consiste
Agora sentado na cadeira,
conversar por qualquer meio de comunicação de diálogo mútuo
sinto o vazio do meu ser diminuto
em alguns poucos minutos
A depressão que agora,
ocupa todo espaço do corpo,
não só depressão como devolume,
e o cérebro à luz de um vaga-lume
Tão somente sinto sozinho agora
do frio tão carente
que faz tão somente
por dentro sentir
E por dentro rompe,
deixando apenas laços de dor sem esperança
o espirito cansado não alcança
da alma a liderança
Desse estado lamentável em que me encontro,
de uma dor diferente em qualquer ponto
dos machucados que qualquer um possui
apenas em emoção meu corpo dilui
De qualquer sentimento triste,
partilhado por duas pessoas sozinhas,
que uma à outra assiste
das dores diferentes que cada consiste
Agora sentado na cadeira,
conversar por qualquer meio de comunicação de diálogo mútuo
sinto o vazio do meu ser diminuto
em alguns poucos minutos
A depressão que agora,
ocupa todo espaço do corpo,
não só depressão como devolume,
e o cérebro à luz de um vaga-lume
Tão somente sinto sozinho agora
do frio tão carente
que faz tão somente
por dentro sentir
E por dentro rompe,
deixando apenas laços de dor sem esperança
o espirito cansado não alcança
da alma a liderança
quarta-feira, 9 de abril de 2014
Opiniões que foram escritas sobre outras escrituras
Opiniões que foram escritas sobre outras escrituras
Deste tema que não veio aleatório,
e nem de um desconhecido,
de uma amiga agora faço intertextualidade
da história de Piasca, sentir cumplicidade
Talvez só agora venha perceber
o pedaço do peito rasgado, ao ler e sentir quase calado
a realidade fatal que o texto tem me mostrado,
entristeço quase abestado
Dos olhos molhados que agora falam
"parabéns, texto magnífico"
do sentimento anticientífico
desse tal de amor
Agora deixo no poema tão somente visões próprias,
a subjetividade me sobe a garganta , não consigo dizer sem comparações
as verdadeiras emoções
sentidas ao ler o texto
Tão perfeito e "ao fazer o leitor sentir"
talvez alguma coisa como, fazer dos problemas do texto a carapuça servir,
do leitor angustiado com qualquer ser ficcional que exista apenas no papel,
realidade cruel
O texto se faz tão luz, muito mais que o sol,
refletido no cabelo 'Di Lua'
e agora me atinge de forma tão intensa que qualquer gosto do amor,
me faça sentir o personagem em seu intenso sabor
De todos os eufemismos que foram utilizados neste texto,
para definir outro, gerado e cuidado com mãos carinhosas,
talvez façam pelo menos uma menção honrosa
à sua magnificência gloriosa
(Sobre o Texto "Piasca Luabel, a menina do cabelo ‘di lua’ e o amor" de Natália Faria)
Deste tema que não veio aleatório,
e nem de um desconhecido,
de uma amiga agora faço intertextualidade
da história de Piasca, sentir cumplicidade
Talvez só agora venha perceber
o pedaço do peito rasgado, ao ler e sentir quase calado
a realidade fatal que o texto tem me mostrado,
entristeço quase abestado
Dos olhos molhados que agora falam
"parabéns, texto magnífico"
do sentimento anticientífico
desse tal de amor
Agora deixo no poema tão somente visões próprias,
a subjetividade me sobe a garganta , não consigo dizer sem comparações
as verdadeiras emoções
sentidas ao ler o texto
Tão perfeito e "ao fazer o leitor sentir"
talvez alguma coisa como, fazer dos problemas do texto a carapuça servir,
do leitor angustiado com qualquer ser ficcional que exista apenas no papel,
realidade cruel
O texto se faz tão luz, muito mais que o sol,
refletido no cabelo 'Di Lua'
e agora me atinge de forma tão intensa que qualquer gosto do amor,
me faça sentir o personagem em seu intenso sabor
De todos os eufemismos que foram utilizados neste texto,
para definir outro, gerado e cuidado com mãos carinhosas,
talvez façam pelo menos uma menção honrosa
à sua magnificência gloriosa
(Sobre o Texto "Piasca Luabel, a menina do cabelo ‘di lua’ e o amor" de Natália Faria)
sexta-feira, 4 de abril de 2014
Rolando dados ( ou qualquer coisa)
Rolando dados ( ou qualquer coisa)
que na vida não leva uma alegria sequer
do azar infindo e a tristeza profunda,
as grandes mágoas diárias que seu coração afunda
De agora uma pessoa tão sortuda
que sempre tem a sorte de estar com azar
qualquer um que, talvez tentando cortar
sangre, lágrimas ao rosto chorar
Agora de um dia comum
que a pessoa não teve sorte sobre nenhum
de seus acontecimentos,
de seus cotidianos tristes lamentos
Nunca qualquer que fosse um bingo chegou a ganhar
em qualquer concurso de dinheiro que a sorte apostar
apenas experiência estava a ganhar,
nada acumular
De qualquer um que olhou estranho para o amor,
não teve a sorte de se apaixonar (ou azar)
e até seus sonhos mais antigos,
apenas tristeza carregar
Agora sentado a beira da janela a olhar para o mar,
pensou muito em suicídio, pensou em se jogar,
acabar assim, cair no chão e "se matar"
e simplesmente a vida um fim dar
Pensou na sorte do amor que nunca baterá-lhe a porta
pensou um pouco, nada mais importa
mas não se jogou, vai que não morresse ?
talvez tivesse sorte que o azar acontecesse
domingo, 16 de março de 2014
Tic to... passou !
Tic to... passou !
Do eufemismo metódico
do pior de todos,
sim , ele não foi melhor que o melhor,
tão pior, milésimos pior
Agora do instante incessante que esse vive este,
do tempo que não passa, ele de novo presente no tempo,
antes dos minutos,
depois dos milésimos,
De agora tão de acordo que é segundo outras fontes
agora tão rebaixado,
nunca fora o primeiro ,
largou o vazio de lado
De agora um tempo mensurável apenas
no maior dos maiores ponteiros do relógio
não foi o que não pode ser,
deixou-se vencer
Agora tão depressivo,
tão completamente depressivo
com um colar acinzentado prateado,
ao pescoço colado
Talvez na prova dos três,
foi o meio,
e só percebe que não foi o melhor
mesmo não sendo o pior
Agora é a pessoa que está depois da pessoa mais alegre,
e ao mesmo tempo, está antes da pessoa mais triste do pódio
apenas uma posição diferente,
deu tudo para manter-se neste patente
Pois que, talvez uma posição possa subir, talvez quem sabe
mas antes da tristeza de descer, segure ele o lugar onde está,
do "segundo" dia feminino da semana,
segundo o calendário, é segunda, conserta,
leva apenas um segundo, e dou uma resposta concreta !
Do eufemismo metódico
do pior de todos,
sim , ele não foi melhor que o melhor,
tão pior, milésimos pior
Agora do instante incessante que esse vive este,
do tempo que não passa, ele de novo presente no tempo,
antes dos minutos,
depois dos milésimos,
De agora tão de acordo que é segundo outras fontes
agora tão rebaixado,
nunca fora o primeiro ,
largou o vazio de lado
De agora um tempo mensurável apenas
no maior dos maiores ponteiros do relógio
não foi o que não pode ser,
deixou-se vencer
Agora tão depressivo,
tão completamente depressivo
com um colar acinzentado prateado,
ao pescoço colado
Talvez na prova dos três,
foi o meio,
e só percebe que não foi o melhor
mesmo não sendo o pior
Agora é a pessoa que está depois da pessoa mais alegre,
e ao mesmo tempo, está antes da pessoa mais triste do pódio
apenas uma posição diferente,
deu tudo para manter-se neste patente
Pois que, talvez uma posição possa subir, talvez quem sabe
mas antes da tristeza de descer, segure ele o lugar onde está,
do "segundo" dia feminino da semana,
segundo o calendário, é segunda, conserta,
leva apenas um segundo, e dou uma resposta concreta !
terça-feira, 11 de março de 2014
Dez pontos para o tédio ! (ou quase isso)
Dez pontos para o tédio ! (ou quase isso)
.........
Psiu, não ignore os pontos,
são a primeira frase do poema,
considere-os de sono um fonema
Agora com TANTO tédio,
essa parte teve que ficar maiúscula,
de qualquer forma, agora o poeta com uma vontade minúscula de escrever isso
não estou brincando, nada para que tente o poema rimar
Agora de tanto tédio escrever do tédio de escrever de tédio
de temas tão monótonos quanto uma rotina cansada de um tediante
dia após o outro ,
do ursinho teddy da menina que agora está com tédio
Talvez , apenas talvez,
esse texto faça algum sentido pra você,
que agora entediado,
não quer acabar de ler ,
Pois que não vou fazer as coisas difíceis,
o poema logo acabará,
e sua dor,
totalmente cessará
Sim, você não precisa ler isso mais,
pode ir, já acabou,
apenas pare de ler isso
sei que sua vontade não conquisto
agora tanto tédio na cama,
apenas tedioso sonho que vem me atormentar,
até as ovelhas estão a roncar,
e não esqueça de os pontos considerar
.........
.........
Psiu, não ignore os pontos,
são a primeira frase do poema,
considere-os de sono um fonema
Agora com TANTO tédio,
essa parte teve que ficar maiúscula,
de qualquer forma, agora o poeta com uma vontade minúscula de escrever isso
não estou brincando, nada para que tente o poema rimar
Agora de tanto tédio escrever do tédio de escrever de tédio
de temas tão monótonos quanto uma rotina cansada de um tediante
dia após o outro ,
do ursinho teddy da menina que agora está com tédio
Talvez , apenas talvez,
esse texto faça algum sentido pra você,
que agora entediado,
não quer acabar de ler ,
Pois que não vou fazer as coisas difíceis,
o poema logo acabará,
e sua dor,
totalmente cessará
Sim, você não precisa ler isso mais,
pode ir, já acabou,
apenas pare de ler isso
sei que sua vontade não conquisto
agora tanto tédio na cama,
apenas tedioso sonho que vem me atormentar,
até as ovelhas estão a roncar,
e não esqueça de os pontos considerar
.........
domingo, 9 de março de 2014
Aquele que acabou sem fim
Aquele que acabou sem fim
Corro e começo a redigir sobre qualquer experiência,
que tive agora, total descrença
qualquer coisa coloco aqui para expressar
antes do momento do poema passar
agora tão magnífico ressurgido
sem de nada felicidade obter
agora do homem inútil que procura
qualquer programa útil
para dos seus risos faltosos cuidar
Agora de qualquer programa de humor não catalogado
para tirar a tristeza e angústia profundas
tão são quanto agradam a qualquer um
o sentimento magnífico deste "preciso de humor agora"
Qualquer homem que embora
Sem qualquer coisa para fazer
venha do humor perecer
Agora da epifania ilusória,
crio expectativa de glória
de que não existem epifanias,
nem verdade. ( Talvez )
Agora da tristeza que aprofunda no poeta
e que já passou e por isso escreve sem remorso
e não com o mesmo gosto de outrora
quando pegasse o poema e dedicasse a primeira hora
De qualquer humor que ainda carece,
agora para fazer a vida triste mais triste
pois que de outras situações vai passar e mais humor necessitar
da felicidade cotidiana
e do esquecer falar
O poeta agora sem sentir a alegria inicial,
acaba o poema sem poder nem um fim certo dar,
pois a ideia inicial se foi, apenas agora procura encher palavras qualqueres
que dê sentido as ideias iniciais que ele ainda não entendeu
Apenas carece de um pouco de felicidade,
vá rir um pouco, coisa assim
o riso, tão amigo agora
riso na melhor hora,
Pois que tem a boca aberta, risos e gargalhadas,
mas profundamente, um eterno buraco,
um eterno vazio sente,
boca sem dente
Corro e começo a redigir sobre qualquer experiência,
que tive agora, total descrença
qualquer coisa coloco aqui para expressar
antes do momento do poema passar
agora tão magnífico ressurgido
sem de nada felicidade obter
agora do homem inútil que procura
qualquer programa útil
para dos seus risos faltosos cuidar
Agora de qualquer programa de humor não catalogado
para tirar a tristeza e angústia profundas
tão são quanto agradam a qualquer um
o sentimento magnífico deste "preciso de humor agora"
Qualquer homem que embora
Sem qualquer coisa para fazer
venha do humor perecer
Agora da epifania ilusória,
crio expectativa de glória
de que não existem epifanias,
nem verdade. ( Talvez )
Agora da tristeza que aprofunda no poeta
e que já passou e por isso escreve sem remorso
e não com o mesmo gosto de outrora
quando pegasse o poema e dedicasse a primeira hora
De qualquer humor que ainda carece,
agora para fazer a vida triste mais triste
pois que de outras situações vai passar e mais humor necessitar
da felicidade cotidiana
e do esquecer falar
O poeta agora sem sentir a alegria inicial,
acaba o poema sem poder nem um fim certo dar,
pois a ideia inicial se foi, apenas agora procura encher palavras qualqueres
que dê sentido as ideias iniciais que ele ainda não entendeu
Apenas carece de um pouco de felicidade,
vá rir um pouco, coisa assim
o riso, tão amigo agora
riso na melhor hora,
Pois que tem a boca aberta, risos e gargalhadas,
mas profundamente, um eterno buraco,
um eterno vazio sente,
boca sem dente
quarta-feira, 5 de março de 2014
Pão agora trigo (trago)
Pão agora trigo (trago)
de uns certos cinco de março,
dois mil e quatorze , escasso
de dar nó em qualquer cadarço
Agora que fique eternizado qualquer coisa que tenha acontecido
de qualquer coisa inútil e fútil de um acontecimento,
de qualquer ladrão que sem contento
venha a mim causar destalento
Que não a mim causou,
mas certo amigo que certamente
agora tão somente,
chora apenas as mágoas que deveras sente
De qualquer imagem social,
nada de produto do consumo, capital
mas algo criado viril
tão sutil
Agora de qualquer " me passe o celular"
que venha aparecer, e o celular desmentir
ou entregar,
ou qualquer coisa que tenha acontecido
Que corta uma dor no peito,
sexto sentido
da tristeza momentânea de qualquer acontecimento não reagir
tão tranquilo só sorri
Depois de qualquer coisa acontecer,
nada que venha a parecer,
desanimo pra tudo, quase nada,
consequência fadada
Do desanimo da tristeza agora, tiro uma alegria qualquer,
poderia ter sido pior, poderia não ter sido,
qualquer coisa não ter acontecido
de qualquer comerciante de farinha de trigo
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
Magnífico perfeito
Magnífico perfeito
Em qualquer calçada que eu não estou,
começo o maior texto de toda minha história,
esse texto ficará magnífico
o brilho das estrelas almejo
Tenho apenas um desejo,
elevar esse texto ao nível de reino unido,
talvez agora tão unido a mim que não tenho mais controle emocional,
da colônia metropolital,
Das palavras criadas nessa escritura,
deixa só as pistas,
de todas as coisas
que antes foram escritas
Da dedução mais que obvia e aceita,
coloco nesse texto coisas bonitas que me vêm a cabeça,
neurônios, apelo emocional
e uma menina em especial
De qualquer poema romântico que agora
não tenha sentido nenhum, porque o que era para existir
já foi escrito,
não deixou se medir
De qualquer futuro que ainda magoa o passado
e agora é seu presente, sua consequência,
alegre-se da minha mente
e minha vivência
Das perfeições imperfeitas
encontradas em qualquer porta, abertura de fechadura,
de um ser tão lindo,
criatura pura
Da magnificência de todos os pensamentos,
agora toda a mente junta a elaborar seu trabalho mais que perfeito ,
em um sonho qualquer minha mente a projetar,
qualquer que seja essa pessoa que no texto citar
Da imprescindível falta do que fazer
que agora traz o invisível tão claro,
tão objetivo, tão sentimental,
quanto um amor não especial
Das receitas de acabar o poema,
não encontro nenhuma,
pois o poema aqui, é uma coisa sem fim, que ainda não está para se acabar,
ponha o texto agora não acabado terminando,
deixo no gerúndio e os sentimentos tão lentos vão passando.
Em qualquer calçada que eu não estou,
começo o maior texto de toda minha história,
esse texto ficará magnífico
o brilho das estrelas almejo
Tenho apenas um desejo,
elevar esse texto ao nível de reino unido,
talvez agora tão unido a mim que não tenho mais controle emocional,
da colônia metropolital,
Das palavras criadas nessa escritura,
deixa só as pistas,
de todas as coisas
que antes foram escritas
Da dedução mais que obvia e aceita,
coloco nesse texto coisas bonitas que me vêm a cabeça,
neurônios, apelo emocional
e uma menina em especial
De qualquer poema romântico que agora
não tenha sentido nenhum, porque o que era para existir
já foi escrito,
não deixou se medir
De qualquer futuro que ainda magoa o passado
e agora é seu presente, sua consequência,
alegre-se da minha mente
e minha vivência
Das perfeições imperfeitas
encontradas em qualquer porta, abertura de fechadura,
de um ser tão lindo,
criatura pura
Da magnificência de todos os pensamentos,
agora toda a mente junta a elaborar seu trabalho mais que perfeito ,
em um sonho qualquer minha mente a projetar,
qualquer que seja essa pessoa que no texto citar
Da imprescindível falta do que fazer
que agora traz o invisível tão claro,
tão objetivo, tão sentimental,
quanto um amor não especial
Das receitas de acabar o poema,
não encontro nenhuma,
pois o poema aqui, é uma coisa sem fim, que ainda não está para se acabar,
ponha o texto agora não acabado terminando,
deixo no gerúndio e os sentimentos tão lentos vão passando.
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
De qualquer poema depressivo que podia ter sido escrito desde minha juventude triste
De qualquer poema depressivo que podia ter sido escrito desde minha juventude triste
De qualquer forma que venha a parecer,
esse poema foi criado antes de que eu possa ver,
pois ele foi escolhido, bem antes de ser criado,
como seu título, que antes de tudo foi dado
Esse texto não sairá tanto do tema do título,
assim espero e creio,
pois do titulo tenho nada à falar,
apenas coisas que desde a mocidade receio
Agora tão moço quase moço ainda assim
olho para o espelho e vejo a mim,
obvio, quem mais veria ?
que outro reflexo no espelho perceberia ?
Agora quase tão sem nada,
que não choro mais das lágrimas poucas que ficam nos cílios,
não, de qualquer forma esse é um poema de tristeza infinda
espero poder escrever este poema ainda
Das tristezas antes faladas,
de juntar toda a tristeza em uma só ,
ganhar motivo para que
as outras pessoas de você tenham dó
De qualquer forma nenhum traço da vida neste texto será contado,
vou explicar qualquer coisa que quiser apenas rodando um par de dados,
dizendo fatos qualqueres em proporções de um por seis,
sejam os apostadores vocês
O poema recém finalizado,
ainda na mão do artista a ser trabalhado,
não sou eu este de quem tenho falado,
qualquer um que deixe meu ego de lado,
Dos complexos de inferioridade tenho contemplado
qualquer coisa inútil que tenha feito,
retoma logo uma dor no peito,
serei eu sujeito ?
Talvez eu, talvez tu, talvez até o eles,
todos sujeitos, sujeitos a qualquer coisa,
talvez ocultos ou indeterminados,
sujeitos esquecidos, banalizados
Sem qualquer predicado para minha sujeição,
agora a tristeza invade o coração,
choro olhando pra lua sem motivo,
uma estrela me dá um sorriso
De qualquer forma que venha a parecer,
esse poema foi criado antes de que eu possa ver,
pois ele foi escolhido, bem antes de ser criado,
como seu título, que antes de tudo foi dado
Esse texto não sairá tanto do tema do título,
assim espero e creio,
pois do titulo tenho nada à falar,
apenas coisas que desde a mocidade receio
Agora tão moço quase moço ainda assim
olho para o espelho e vejo a mim,
obvio, quem mais veria ?
que outro reflexo no espelho perceberia ?
Agora quase tão sem nada,
que não choro mais das lágrimas poucas que ficam nos cílios,
não, de qualquer forma esse é um poema de tristeza infinda
espero poder escrever este poema ainda
Das tristezas antes faladas,
de juntar toda a tristeza em uma só ,
ganhar motivo para que
as outras pessoas de você tenham dó
De qualquer forma nenhum traço da vida neste texto será contado,
vou explicar qualquer coisa que quiser apenas rodando um par de dados,
dizendo fatos qualqueres em proporções de um por seis,
sejam os apostadores vocês
O poema recém finalizado,
ainda na mão do artista a ser trabalhado,
não sou eu este de quem tenho falado,
qualquer um que deixe meu ego de lado,
Dos complexos de inferioridade tenho contemplado
qualquer coisa inútil que tenha feito,
retoma logo uma dor no peito,
serei eu sujeito ?
Talvez eu, talvez tu, talvez até o eles,
todos sujeitos, sujeitos a qualquer coisa,
talvez ocultos ou indeterminados,
sujeitos esquecidos, banalizados
Sem qualquer predicado para minha sujeição,
agora a tristeza invade o coração,
choro olhando pra lua sem motivo,
uma estrela me dá um sorriso
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
Dupla de um só
Dupla de um só
Qualquer chatice exacerbada,
agora chega programada,
inclusão,
inclusão em uma casa, em uma visão
Agora de qualquer solitário
que de tão solitário não tenha em nada inclusão
criara um grupo próprio,
solidão
Foi-se de qualquer coisa ter medo
e de qualquer coisa compartilhar consigo mesmo,
e aprendia qualquer coisa que fosse de sua vida ,
sua unica e verdadeira amiga
Das tristezas incluídas na vida,
das alegrias monótonas , insolentes
de um riso de canto de boca que guarda para uma piada,
uma piada fracassada
De qualquer alegria maior
que a própria dor transparece
agora sozinho, não incluído,
apenas esquece
Tristes, olhos baixos em locais qualqueres
se foi qualquer um com que se ele uniu,
com qualquer um que fez algo, que se incluiu,
foi-se sua vida, apenas partiu
Qualquer chatice exacerbada,
agora chega programada,
inclusão,
inclusão em uma casa, em uma visão
Agora de qualquer solitário
que de tão solitário não tenha em nada inclusão
criara um grupo próprio,
solidão
Foi-se de qualquer coisa ter medo
e de qualquer coisa compartilhar consigo mesmo,
e aprendia qualquer coisa que fosse de sua vida ,
sua unica e verdadeira amiga
Das tristezas incluídas na vida,
das alegrias monótonas , insolentes
de um riso de canto de boca que guarda para uma piada,
uma piada fracassada
De qualquer alegria maior
que a própria dor transparece
agora sozinho, não incluído,
apenas esquece
Tristes, olhos baixos em locais qualqueres
se foi qualquer um com que se ele uniu,
com qualquer um que fez algo, que se incluiu,
foi-se sua vida, apenas partiu
domingo, 16 de fevereiro de 2014
De qualquer sentimento que aflige depois (ou antes)
De qualquer sentimento que aflige depois (ou antes)
De qualquer saudade que sinta agora,
de qualquer tema que lhe interesse,
falemos de saudade,
alivie sua prece
Da saudade quase mecânica,
metódica
de qualquer pessoa amável,
agora invariável
Como em qualquer lugar agora lembrar
como em coisa tão subjetiva
essa de saudade, saudade de amor
saudade de amiga
Acho que um termo tão complicado
jamais fora criado
porque não sinto saudade então,
qualquer que seja a pessoa ou animal de estimação
Não existe saudade, ante essa palavra difícil de descrever
não tem significado proposto,
em qualquer dicionário disposto
a definir a verdade
Então sente amor, amor que agora tão forte
não contava com a própria morte
e morreu amor, foi-se assim só,
pessoa que esqueceu apenas no pensar
Qualquer coisa que venha a tornar esse sentimento de volta,
isso é saudade, saudade pura e simples,
das coisas que foram, não quiseram ficar,
para uma xícara de chá
A retomada do amor lhe vem ao peito,
atinge a mente e qualquer outro lugar que o corpo sente
sem saudade agora só amor,
o que é amor ? , acho que uma flor
Uma flor perfeita, escolhida em qualquer lugar,
entregue a qualquer pessoa que amar,
amor é um sentimento bom que atinge o peito,
talvez como chocolate, como perfume, como uma pessoa qualquer,
ou todas essas coisas juntas vier
Amor é sentir qualquer coisa que goste,
ou que odeie tanto que não consiga mais viver sem,
amor é a antítese mais elaborada,
estar apaixonado é viver a pessoa amada
De qualquer saudade que sinta agora,
de qualquer tema que lhe interesse,
falemos de saudade,
alivie sua prece
Da saudade quase mecânica,
metódica
de qualquer pessoa amável,
agora invariável
Como em qualquer lugar agora lembrar
como em coisa tão subjetiva
essa de saudade, saudade de amor
saudade de amiga
Acho que um termo tão complicado
jamais fora criado
porque não sinto saudade então,
qualquer que seja a pessoa ou animal de estimação
Não existe saudade, ante essa palavra difícil de descrever
não tem significado proposto,
em qualquer dicionário disposto
a definir a verdade
Então sente amor, amor que agora tão forte
não contava com a própria morte
e morreu amor, foi-se assim só,
pessoa que esqueceu apenas no pensar
Qualquer coisa que venha a tornar esse sentimento de volta,
isso é saudade, saudade pura e simples,
das coisas que foram, não quiseram ficar,
para uma xícara de chá
A retomada do amor lhe vem ao peito,
atinge a mente e qualquer outro lugar que o corpo sente
sem saudade agora só amor,
o que é amor ? , acho que uma flor
Uma flor perfeita, escolhida em qualquer lugar,
entregue a qualquer pessoa que amar,
amor é um sentimento bom que atinge o peito,
talvez como chocolate, como perfume, como uma pessoa qualquer,
ou todas essas coisas juntas vier
Amor é sentir qualquer coisa que goste,
ou que odeie tanto que não consiga mais viver sem,
amor é a antítese mais elaborada,
estar apaixonado é viver a pessoa amada
sábado, 15 de fevereiro de 2014
A tristeza pensada racionalmente de uma mente triste
A tristeza pensada racionalmente de uma mente triste
De um idiota qualquer,
que agora duvidando
de sua idiotice,
agrava o nível de sua burrice,
De um pensamento ou sentimento
que qualquer um podia ter,
talvez ainda não tenha nome,
quem quiser dar, que dê
Depois de qualquer erro,
agora monótono,
culpa profunda invade,
o peito abate
De qualquer sessenta porcento
que não é medido como média,
queria alçar vôos a cento e vinte,
dobre sua tristeza e a guarde no bolso,
não fazem de valor reembolso
A tristeza tão alegremente triste
agora bate no rosto, e um sorriso contrário toma
todo o pensamento passado retoma,
toda a depressão que tinha feito esquecer
Agora por um cinquenta porcento,
talvez talvez bem menos,
lembra de como era triste, e lembra para justificar a tristeza,
para que qualquer um que pergunte não pareça besteira,
pareça coisa séria , de vida inteira
Agora da vida sofrida,
da burguesia classe media/alta,
com televisão em todos cômodos, que teve um ar condicionado estragado,
coitado, ligará para o suporte, pedirá para vir arrumar,
e qualquer um, com migalhas de pão se alegrar
De um idiota qualquer,
que agora duvidando
de sua idiotice,
agrava o nível de sua burrice,
De um pensamento ou sentimento
que qualquer um podia ter,
talvez ainda não tenha nome,
quem quiser dar, que dê
Depois de qualquer erro,
agora monótono,
culpa profunda invade,
o peito abate
De qualquer sessenta porcento
que não é medido como média,
queria alçar vôos a cento e vinte,
dobre sua tristeza e a guarde no bolso,
não fazem de valor reembolso
A tristeza tão alegremente triste
agora bate no rosto, e um sorriso contrário toma
todo o pensamento passado retoma,
toda a depressão que tinha feito esquecer
Agora por um cinquenta porcento,
talvez talvez bem menos,
lembra de como era triste, e lembra para justificar a tristeza,
para que qualquer um que pergunte não pareça besteira,
pareça coisa séria , de vida inteira
Agora da vida sofrida,
da burguesia classe media/alta,
com televisão em todos cômodos, que teve um ar condicionado estragado,
coitado, ligará para o suporte, pedirá para vir arrumar,
e qualquer um, com migalhas de pão se alegrar
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
Parece com um grilo
Parece com um grilo
Na esperança que você entenda esse poema
eu agora escrevo tão simples,
tão simplesmente e obviamente direto,
um poema sobre algo concreto
De qualquer pessoa que faça uma prova
e antes de saber o resultado, sabe de tudo
sabe de qualquer coisa,
qualquer coisa que sua mente cogitar
Agora da falácia qualquer
que venha a pensar,
a falácia do erro comum,
mútuo, errou em nada, nenhum
Do sentimento que Sherlock talvez duvidaria
sentimento maior que de uma poesia,
maior que dedução,
muito mais forte que intuição
Do sentimento incompleto que já tem fim
porque o destino quis assim,
a pessoa está certa de si,
esta certa e ri do que escrevi
Agora do sentimento mais escroto
que qualquer um possa ter,
depois de uma prova, em uma pessoa consolar,
"você vai melhorar "
Colocam fé em qualquer coisa que possa o momento mudar,
não falo da fé aqui, muito complexa para em um poema reduzir,
agora da pessoa que consola,
tão triste, tão grandiosamente triste
Que seu corpo não cabe em si,
se expandiu, procurou proliferar,
e novas flores
fazerem desabrochar,
Agora do erro que se repetiu,
sentimento de acreditar não interviu,
o sentimento que faz a todos procrastinar
a esperança real de mudar
A esperança, tão somente em qualquer coisa acreditar,
fazer dela uma lei, segui-la até secar,
se está bem, da próxima consegue, tudo perfeito,
o sentimento que impregna no peito,
e na próxima tristeza, apenas ela a consolar,
uma tristeza de qualquer coisa esperançar
Na esperança que você entenda esse poema
eu agora escrevo tão simples,
tão simplesmente e obviamente direto,
um poema sobre algo concreto
De qualquer pessoa que faça uma prova
e antes de saber o resultado, sabe de tudo
sabe de qualquer coisa,
qualquer coisa que sua mente cogitar
Agora da falácia qualquer
que venha a pensar,
a falácia do erro comum,
mútuo, errou em nada, nenhum
Do sentimento que Sherlock talvez duvidaria
sentimento maior que de uma poesia,
maior que dedução,
muito mais forte que intuição
Do sentimento incompleto que já tem fim
porque o destino quis assim,
a pessoa está certa de si,
esta certa e ri do que escrevi
Agora do sentimento mais escroto
que qualquer um possa ter,
depois de uma prova, em uma pessoa consolar,
"você vai melhorar "
Colocam fé em qualquer coisa que possa o momento mudar,
não falo da fé aqui, muito complexa para em um poema reduzir,
agora da pessoa que consola,
tão triste, tão grandiosamente triste
Que seu corpo não cabe em si,
se expandiu, procurou proliferar,
e novas flores
fazerem desabrochar,
Agora do erro que se repetiu,
sentimento de acreditar não interviu,
o sentimento que faz a todos procrastinar
a esperança real de mudar
A esperança, tão somente em qualquer coisa acreditar,
fazer dela uma lei, segui-la até secar,
se está bem, da próxima consegue, tudo perfeito,
o sentimento que impregna no peito,
e na próxima tristeza, apenas ela a consolar,
uma tristeza de qualquer coisa esperançar
domingo, 9 de fevereiro de 2014
Camisa mais que presa
Camisa mais que presa
de qualquer forma tomo um copo de água
agora da casualidade,
mais casual que a verdade
Agora em qualquer tempo em qualquer noite
em qualquer lugar diferente
que não seja esse que a todos sente,
a loucura vertente
Agora do doido inaudível
que não tem coisa alguma,
motivo plausível
para cair no chão de camisa de força
Agora qualquer louco sem qualquer soluto,
que se dissolva em seu corpo puramente impuro
das loucuras,
saiu de casa, pulou o muro
Não agora, como todo inicio de estrofe
O louco ficou sem razão
sem qualquer equilíbrio que corteje
sua melhora, embora
Agora todos são,
menos ele,
ele não é,
insanidade.
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
Terno bem abotoado
Terno bem abotoado
não negro nem fugido
sem dono nem cana de açúcar
da senhora maquiada e absoluta
Agora qualquer um que use um terno em qualquer momento,
agora qualquer clichê que eu pensei
qualquer coisa que seja de fato consistente
da fadiga do trabalho veemente
Agora qualquer meio careca de olhos meio fechados
que traga em uma bandeja qualquer bandeja que peça
o mordomo não despeça
Agora em qualquer momento
na periferia ,
em qualquer lugar com apenas um pai de família
que nem bandejas tem pra comprar, mordomo queira esse usar
De agora qualquer sonho americano,
de igualdade social
o pobre mordomo deixa de lado
com seu vinho tinto em uma taça, equilibro sagaz
de carga animal, apenas carnal
domingo, 2 de fevereiro de 2014
Duplo o
Duplo o
De qualquer bebida mais cara,
de qualquer fogo de chama bem acesa
ou até mesmo de produto de limpeza
De qualquer plantação de milho
ou até mesmo cana-de-açúcar
do que seja usado para justificar a coragem,
qualquer um da malandragem
De qualquer coisa noturna
que tão somente alucinação
não bebida, apenas energia
para dirigir a noite, confusão
De qualquer fórmula química
tão transparente quanto a água,
talvez mais volátil a mistura
substância não pura
Agora tão natural
quanto de noite em uns goles a mais
de qualquer bêbado da cidade
que no corpo tem álcool demais
De qualquer bebida mais cara,
de qualquer fogo de chama bem acesa
ou até mesmo de produto de limpeza
De qualquer plantação de milho
ou até mesmo cana-de-açúcar
do que seja usado para justificar a coragem,
qualquer um da malandragem
De qualquer coisa noturna
que tão somente alucinação
não bebida, apenas energia
para dirigir a noite, confusão
De qualquer fórmula química
tão transparente quanto a água,
talvez mais volátil a mistura
substância não pura
Agora tão natural
quanto de noite em uns goles a mais
de qualquer bêbado da cidade
que no corpo tem álcool demais
sábado, 1 de fevereiro de 2014
Papéis imperfeitos
Papéis imperfeitos
De qualquer sentimento que não tive percepção
uma simples e clara distração
e ela estava ali logo a chorar
qualquer decepção que faça o choro não ser em vão
Aqui de qualquer forma escrevo ouvindo música
não faço normalmente tal proeza,
do sentimento tão exato, não saem aos olhos lágrimas,
jorram apenas a tristeza
Agora tanto choro que se pode encher um copo,
talvez até com cubo de gelos
pois da decepção
a frieza e fortaleza
Fortaleza contra qualquer coisa que tente derrubar
um muro de pedras pronto a desmoronar,
tão somente os inimigos não matar
traidor ao dono alvejar
Agora da mente que não mente
tão somente, contente
dissipa a tristeza, manda sair
toda mágoa do corpo expungir
De qualquer pessoa que confie demais,
no jogador que não faz o gol e simplesmente deixa a bola
parada em campo, tão triste relento
da tristeza eterna em um momento
Agora tão grande decepção se foi
o poeta leu todo o poema que escreveu
não gostou ,
pegou o deplorável arquivo e o rasgou
De qualquer sentimento que não tive percepção
uma simples e clara distração
e ela estava ali logo a chorar
qualquer decepção que faça o choro não ser em vão
Aqui de qualquer forma escrevo ouvindo música
não faço normalmente tal proeza,
do sentimento tão exato, não saem aos olhos lágrimas,
jorram apenas a tristeza
Agora tanto choro que se pode encher um copo,
talvez até com cubo de gelos
pois da decepção
a frieza e fortaleza
Fortaleza contra qualquer coisa que tente derrubar
um muro de pedras pronto a desmoronar,
tão somente os inimigos não matar
traidor ao dono alvejar
Agora da mente que não mente
tão somente, contente
dissipa a tristeza, manda sair
toda mágoa do corpo expungir
De qualquer pessoa que confie demais,
no jogador que não faz o gol e simplesmente deixa a bola
parada em campo, tão triste relento
da tristeza eterna em um momento
Agora tão grande decepção se foi
o poeta leu todo o poema que escreveu
não gostou ,
pegou o deplorável arquivo e o rasgou
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
Sem correntes ou algemas
Sem correntes ou algemas
Do profundo escuro do quarto,
agora de qualquer forma deitado,
não estivera no dia tão calado
quanto perto da janela , avistando o telhado
Agora aqui,
o eu-lirico em qualquer grade
como oitava série, coisa do tipo
da tristeza protótipo
Mas ali, frente a qualquer janela de qualquer cor que quiser
se adeque ao seu caso, ao que lhe convier
pois estava o lirico ali no sofá
a grade da janela a observar
Simplesmente nada, nada passava pela sua cabeça
estava de qualquer forma olhando e nada observando
olhava pra qualquer grade que o aprisionava,
sim aprisionava dentro do quarto, tranquilo e seguro, fora do mundo de apuro (ar puro)
Agora qualquer metal que venha até ele de encontro
que seja paralelo, em forma de proteger
da janela do primeiro andar não cair
a loucura iria se sucumbir
A prisão de loucura e insanidade,
queria esse estar preso a qualquer momento
em uma masmorra, aguentando todos tormentos,
mas da prisão saiu, hora da comida do detento
Do profundo escuro do quarto,
agora de qualquer forma deitado,
não estivera no dia tão calado
quanto perto da janela , avistando o telhado
Agora aqui,
o eu-lirico em qualquer grade
como oitava série, coisa do tipo
da tristeza protótipo
Mas ali, frente a qualquer janela de qualquer cor que quiser
se adeque ao seu caso, ao que lhe convier
pois estava o lirico ali no sofá
a grade da janela a observar
Simplesmente nada, nada passava pela sua cabeça
estava de qualquer forma olhando e nada observando
olhava pra qualquer grade que o aprisionava,
sim aprisionava dentro do quarto, tranquilo e seguro, fora do mundo de apuro (ar puro)
Agora qualquer metal que venha até ele de encontro
que seja paralelo, em forma de proteger
da janela do primeiro andar não cair
a loucura iria se sucumbir
A prisão de loucura e insanidade,
queria esse estar preso a qualquer momento
em uma masmorra, aguentando todos tormentos,
mas da prisão saiu, hora da comida do detento
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
De experiência qualquer
De experiência qualquer
Sobre qualquer amargura concreta
o poema agora estrutura, desconcerta
o poeta sem frases , só cria
chegar à poesia sua filha
Sobre qualquer coisa que possa ocorrer
em qualquer momento, num instante banal
apenas um olhar
e em todo momento com a pessoa flertar
De qualquer forma o poeta aqui escreve
de qualquer experiencia passada
de qualquer fim que esta tomou,
entrou seco na carne, adaptou e se emoldurou
O poeta do eufemismo mais reluzente
a declarar palavras a tal sentimento inocente
acabou com a vida de pessoas
e estragos grandes a mente
De qualquer pessoa
que entenda melhor
o mesmo fim pode-se dar,
o sentimento apenas a razão levar
Aqui agora do sentimento que fecha os olhos
vê tão somente a força sentimental
vê a pessoa perfeita, beleza colossal
divindade em forma carnal
Para qualquer um que,
vive qualquer clichê aqui que pode se considerar amor
(desde chuchuzinho até dia dos namorados com flor)
Pêsames do poeta em clamor
Sobre qualquer amargura concreta
o poema agora estrutura, desconcerta
o poeta sem frases , só cria
chegar à poesia sua filha
Sobre qualquer coisa que possa ocorrer
em qualquer momento, num instante banal
apenas um olhar
e em todo momento com a pessoa flertar
De qualquer forma o poeta aqui escreve
de qualquer experiencia passada
de qualquer fim que esta tomou,
entrou seco na carne, adaptou e se emoldurou
O poeta do eufemismo mais reluzente
a declarar palavras a tal sentimento inocente
acabou com a vida de pessoas
e estragos grandes a mente
De qualquer pessoa
que entenda melhor
o mesmo fim pode-se dar,
o sentimento apenas a razão levar
Aqui agora do sentimento que fecha os olhos
vê tão somente a força sentimental
vê a pessoa perfeita, beleza colossal
divindade em forma carnal
Para qualquer um que,
vive qualquer clichê aqui que pode se considerar amor
(desde chuchuzinho até dia dos namorados com flor)
Pêsames do poeta em clamor
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
Tristeza boa
Tristeza boa
Das tristezas que abalam qualquer um
esse poema não é meu
esse poema é um poema comum
De qualquer pessoa que leia e interprete ao seu ver
que as dores sintas ao ler,
que veja toda sua lagrima pelo rosto correr
De um pensamento triste qualquer que tenhas
não se acabe numa onomatopeia de dor
que tenha qualquer coisa a ver com amor,
ou ideias de pudor
Agora o sujeito escreve
qualquer coisa que o faça sentir bem
o sujeito não é ele, nem vós
apenas o eu, talvez nós, com um gosto amargo, atroz
Agora da tristeza que se passou escrevendo essas coisas qualqueres
que do texto agora fazem parte, as dores cravadas
qualquer coisa que foi amaldiçoada e retirada
e está aqui, não mais amada
Do masoquismo qualquer de não amar a tristeza
nem a dor, nem nada de qualquer coisa assim
que o autor enfim
escrevendo rimas sem fim, perdeu a tristeza
E agora da pureza
o autor tem a clareza
a legitimidade
que a tristeza com ele fez caridade
Das tristezas que abalam qualquer um
esse poema não é meu
esse poema é um poema comum
De qualquer pessoa que leia e interprete ao seu ver
que as dores sintas ao ler,
que veja toda sua lagrima pelo rosto correr
De um pensamento triste qualquer que tenhas
não se acabe numa onomatopeia de dor
que tenha qualquer coisa a ver com amor,
ou ideias de pudor
Agora o sujeito escreve
qualquer coisa que o faça sentir bem
o sujeito não é ele, nem vós
apenas o eu, talvez nós, com um gosto amargo, atroz
Agora da tristeza que se passou escrevendo essas coisas qualqueres
que do texto agora fazem parte, as dores cravadas
qualquer coisa que foi amaldiçoada e retirada
e está aqui, não mais amada
Do masoquismo qualquer de não amar a tristeza
nem a dor, nem nada de qualquer coisa assim
que o autor enfim
escrevendo rimas sem fim, perdeu a tristeza
E agora da pureza
o autor tem a clareza
a legitimidade
que a tristeza com ele fez caridade
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
Das respostas incompletas
Das respostas incompletas
foi para o camponês
conversa fora,
com um burguês
Sem conhecimento sobre nenhuma coisa
agora sem direção tinha à apontar
a divindade perfeição demonstrar
sei onde fica, esta lá
sei lá, da informação desenformada
do que não sabe nada de cá
do nosso mundo nenhuma molécula estudar
saber e apenas pensar
Onde fica tal lugar ?
sei, lá
talvez coisa qualquer ou nada falar
foi a simples informação que o camponês podia dar
Ali agora, frente a qualquer lugar que não sei onde é
mas ele sabia bem,
andava por ali
desde que possuía pé
Agora o camponês na glória infinita
de ser útil a vida
essa bonita
não ser dela um parasita
Sei ou não sei ?
agora foi-se a questão que a muito tempo o camponês usou
de tão profunda a questão o tornou
logo pensei
Sim, eu sei
sei, lá
apontou a direção, o burguês se virou a incompetência diminuta
pobre camponês, tal não conhece sua insensatez
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
Orvalho mais que frio
Orvalho mais que frio
Sim eu me lembro muito bem de sete décadas
coisa assim, qualquer coisa afim
tratar de uns temas antigos que só interessam a mim
Sem motivo qualquer pra escrever agora
Porque aquilo que motivava simplesmente passou
foi apenas uma visão
Amor dos temas doador e ladrão
Pois do frio incessante que se encontra o coração agora
de qualquer forma esse era o tema disso,
coisa como uma chuva congelada,
geada, qualquer coisa que não seja amada
Agora que do coração
tão completamente coberto,
sem coberta, longe do calor
magnífico de um amor
Agora de qualquer forma sem motivo nenhum para isso escrever
pois o amor se foi, não conseguirá ler,
sem antes chorar, coisa assim
foi-se embora e não quis se despedir de mim
Qualquer orvalho que de manha caia,
e tão somente não se espalha
e fica contido, ali dentro
bem do peito no centro
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