Aquele que acabou sem fim
Corro e começo a redigir sobre qualquer experiência,
que tive agora, total descrença
qualquer coisa coloco aqui para expressar
antes do momento do poema passar
agora tão magnífico ressurgido
sem de nada felicidade obter
agora do homem inútil que procura
qualquer programa útil
para dos seus risos faltosos cuidar
Agora de qualquer programa de humor não catalogado
para tirar a tristeza e angústia profundas
tão são quanto agradam a qualquer um
o sentimento magnífico deste "preciso de humor agora"
Qualquer homem que embora
Sem qualquer coisa para fazer
venha do humor perecer
Agora da epifania ilusória,
crio expectativa de glória
de que não existem epifanias,
nem verdade. ( Talvez )
Agora da tristeza que aprofunda no poeta
e que já passou e por isso escreve sem remorso
e não com o mesmo gosto de outrora
quando pegasse o poema e dedicasse a primeira hora
De qualquer humor que ainda carece,
agora para fazer a vida triste mais triste
pois que de outras situações vai passar e mais humor necessitar
da felicidade cotidiana
e do esquecer falar
O poeta agora sem sentir a alegria inicial,
acaba o poema sem poder nem um fim certo dar,
pois a ideia inicial se foi, apenas agora procura encher palavras qualqueres
que dê sentido as ideias iniciais que ele ainda não entendeu
Apenas carece de um pouco de felicidade,
vá rir um pouco, coisa assim
o riso, tão amigo agora
riso na melhor hora,
Pois que tem a boca aberta, risos e gargalhadas,
mas profundamente, um eterno buraco,
um eterno vazio sente,
boca sem dente
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