Tic to... passou !
Do eufemismo metódico
do pior de todos,
sim , ele não foi melhor que o melhor,
tão pior, milésimos pior
Agora do instante incessante que esse vive este,
do tempo que não passa, ele de novo presente no tempo,
antes dos minutos,
depois dos milésimos,
De agora tão de acordo que é segundo outras fontes
agora tão rebaixado,
nunca fora o primeiro ,
largou o vazio de lado
De agora um tempo mensurável apenas
no maior dos maiores ponteiros do relógio
não foi o que não pode ser,
deixou-se vencer
Agora tão depressivo,
tão completamente depressivo
com um colar acinzentado prateado,
ao pescoço colado
Talvez na prova dos três,
foi o meio,
e só percebe que não foi o melhor
mesmo não sendo o pior
Agora é a pessoa que está depois da pessoa mais alegre,
e ao mesmo tempo, está antes da pessoa mais triste do pódio
apenas uma posição diferente,
deu tudo para manter-se neste patente
Pois que, talvez uma posição possa subir, talvez quem sabe
mas antes da tristeza de descer, segure ele o lugar onde está,
do "segundo" dia feminino da semana,
segundo o calendário, é segunda, conserta,
leva apenas um segundo, e dou uma resposta concreta !
domingo, 16 de março de 2014
terça-feira, 11 de março de 2014
Dez pontos para o tédio ! (ou quase isso)
Dez pontos para o tédio ! (ou quase isso)
.........
Psiu, não ignore os pontos,
são a primeira frase do poema,
considere-os de sono um fonema
Agora com TANTO tédio,
essa parte teve que ficar maiúscula,
de qualquer forma, agora o poeta com uma vontade minúscula de escrever isso
não estou brincando, nada para que tente o poema rimar
Agora de tanto tédio escrever do tédio de escrever de tédio
de temas tão monótonos quanto uma rotina cansada de um tediante
dia após o outro ,
do ursinho teddy da menina que agora está com tédio
Talvez , apenas talvez,
esse texto faça algum sentido pra você,
que agora entediado,
não quer acabar de ler ,
Pois que não vou fazer as coisas difíceis,
o poema logo acabará,
e sua dor,
totalmente cessará
Sim, você não precisa ler isso mais,
pode ir, já acabou,
apenas pare de ler isso
sei que sua vontade não conquisto
agora tanto tédio na cama,
apenas tedioso sonho que vem me atormentar,
até as ovelhas estão a roncar,
e não esqueça de os pontos considerar
.........
.........
Psiu, não ignore os pontos,
são a primeira frase do poema,
considere-os de sono um fonema
Agora com TANTO tédio,
essa parte teve que ficar maiúscula,
de qualquer forma, agora o poeta com uma vontade minúscula de escrever isso
não estou brincando, nada para que tente o poema rimar
Agora de tanto tédio escrever do tédio de escrever de tédio
de temas tão monótonos quanto uma rotina cansada de um tediante
dia após o outro ,
do ursinho teddy da menina que agora está com tédio
Talvez , apenas talvez,
esse texto faça algum sentido pra você,
que agora entediado,
não quer acabar de ler ,
Pois que não vou fazer as coisas difíceis,
o poema logo acabará,
e sua dor,
totalmente cessará
Sim, você não precisa ler isso mais,
pode ir, já acabou,
apenas pare de ler isso
sei que sua vontade não conquisto
agora tanto tédio na cama,
apenas tedioso sonho que vem me atormentar,
até as ovelhas estão a roncar,
e não esqueça de os pontos considerar
.........
domingo, 9 de março de 2014
Aquele que acabou sem fim
Aquele que acabou sem fim
Corro e começo a redigir sobre qualquer experiência,
que tive agora, total descrença
qualquer coisa coloco aqui para expressar
antes do momento do poema passar
agora tão magnífico ressurgido
sem de nada felicidade obter
agora do homem inútil que procura
qualquer programa útil
para dos seus risos faltosos cuidar
Agora de qualquer programa de humor não catalogado
para tirar a tristeza e angústia profundas
tão são quanto agradam a qualquer um
o sentimento magnífico deste "preciso de humor agora"
Qualquer homem que embora
Sem qualquer coisa para fazer
venha do humor perecer
Agora da epifania ilusória,
crio expectativa de glória
de que não existem epifanias,
nem verdade. ( Talvez )
Agora da tristeza que aprofunda no poeta
e que já passou e por isso escreve sem remorso
e não com o mesmo gosto de outrora
quando pegasse o poema e dedicasse a primeira hora
De qualquer humor que ainda carece,
agora para fazer a vida triste mais triste
pois que de outras situações vai passar e mais humor necessitar
da felicidade cotidiana
e do esquecer falar
O poeta agora sem sentir a alegria inicial,
acaba o poema sem poder nem um fim certo dar,
pois a ideia inicial se foi, apenas agora procura encher palavras qualqueres
que dê sentido as ideias iniciais que ele ainda não entendeu
Apenas carece de um pouco de felicidade,
vá rir um pouco, coisa assim
o riso, tão amigo agora
riso na melhor hora,
Pois que tem a boca aberta, risos e gargalhadas,
mas profundamente, um eterno buraco,
um eterno vazio sente,
boca sem dente
Corro e começo a redigir sobre qualquer experiência,
que tive agora, total descrença
qualquer coisa coloco aqui para expressar
antes do momento do poema passar
agora tão magnífico ressurgido
sem de nada felicidade obter
agora do homem inútil que procura
qualquer programa útil
para dos seus risos faltosos cuidar
Agora de qualquer programa de humor não catalogado
para tirar a tristeza e angústia profundas
tão são quanto agradam a qualquer um
o sentimento magnífico deste "preciso de humor agora"
Qualquer homem que embora
Sem qualquer coisa para fazer
venha do humor perecer
Agora da epifania ilusória,
crio expectativa de glória
de que não existem epifanias,
nem verdade. ( Talvez )
Agora da tristeza que aprofunda no poeta
e que já passou e por isso escreve sem remorso
e não com o mesmo gosto de outrora
quando pegasse o poema e dedicasse a primeira hora
De qualquer humor que ainda carece,
agora para fazer a vida triste mais triste
pois que de outras situações vai passar e mais humor necessitar
da felicidade cotidiana
e do esquecer falar
O poeta agora sem sentir a alegria inicial,
acaba o poema sem poder nem um fim certo dar,
pois a ideia inicial se foi, apenas agora procura encher palavras qualqueres
que dê sentido as ideias iniciais que ele ainda não entendeu
Apenas carece de um pouco de felicidade,
vá rir um pouco, coisa assim
o riso, tão amigo agora
riso na melhor hora,
Pois que tem a boca aberta, risos e gargalhadas,
mas profundamente, um eterno buraco,
um eterno vazio sente,
boca sem dente
quarta-feira, 5 de março de 2014
Pão agora trigo (trago)
Pão agora trigo (trago)
de uns certos cinco de março,
dois mil e quatorze , escasso
de dar nó em qualquer cadarço
Agora que fique eternizado qualquer coisa que tenha acontecido
de qualquer coisa inútil e fútil de um acontecimento,
de qualquer ladrão que sem contento
venha a mim causar destalento
Que não a mim causou,
mas certo amigo que certamente
agora tão somente,
chora apenas as mágoas que deveras sente
De qualquer imagem social,
nada de produto do consumo, capital
mas algo criado viril
tão sutil
Agora de qualquer " me passe o celular"
que venha aparecer, e o celular desmentir
ou entregar,
ou qualquer coisa que tenha acontecido
Que corta uma dor no peito,
sexto sentido
da tristeza momentânea de qualquer acontecimento não reagir
tão tranquilo só sorri
Depois de qualquer coisa acontecer,
nada que venha a parecer,
desanimo pra tudo, quase nada,
consequência fadada
Do desanimo da tristeza agora, tiro uma alegria qualquer,
poderia ter sido pior, poderia não ter sido,
qualquer coisa não ter acontecido
de qualquer comerciante de farinha de trigo
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