segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Título Chato

Título Chato

Não existirá nenhuma introdução para esse tema qualquer,
sim, pois introdução é uma coisa chata,
o tema já foi introduzido,
coisas chatas, de qualquer tipo,

Agora falo de programação,
Esquecer dinheiro, conversar com quem não gosta
Coisas chatas sem índice,
como perder um aposta

Pois de qualquer coisa aqui está presente
receber pedidos de poemas qualqueres
com temas diferentes, coisas que escrever não queres

Qualquer coisa chata
como rimar a qualquer momento do poema
sem possuir para isso nenhum talento
do automóvel veloz,
do trocadilho feroz

Agora que qualquer coisa vire chata para mim
escrevo esse poema sem nem pensar nas palavras que saem
tédio importuno
mande qualquer reclamação agora para o planeta, netuno

Do tédio gigantesco de até escrever palavras
que rimam com palavras iguais
a humanidade continua a evoluir seu português,
em pinturas nas paredes, animais

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Palavras jogadas(em qualquer lugar)

Palavras jogadas(em qualquer lugar)

Jogo de palavras agora faz
Tereza não tinha senso de hamor
Pois que era sempre sofrida de algo que não dor
Tristereza agora ficou

E a coragem de ter medo
De se apaixonar e dormir
Sem de sua boceijo
De seu amor almejo

Foi de brincar com as palavras
que o poeta confuso deixa
e o leitor, acima do pescoço,
com o poeta se queixa

Mas agora, antes de acabar
que jogo com as palavras formar ?
caça palavras ou cruzadinha?

Título destinado

Título destinado

Que de agora o meu destino simplesmente escrevo
O destino de qualquer um
O destino verídico,
comum

Dos que de amor o destino traçou,
depois sem mais,
uma palavra dizer,
matou-os, deixou amor morrer

Que agora das notas não merecidas
o destino faça caso,
faça também caso,
das outras pessoas comigo o descaso

Que das paixões tão repentinas
de horas, dias,
que o destino juntou,
acabe-se, acabe com amor

Que desse destino perfeito,
construiu toda a terra da forma que é ,
sem nenhuma pedra fora do lugar,
e toda estabilidade do universo deu (dará)

Destino que já foi contado
todos os seus passos dados,
e sabe seu sentimento de alterar,
e quando dá um passo diferente saiba que este contado foi (será)
e você não percebeu ( nunca saberá)

Destino esse que, talvez tão destinado,
nunca à você será totalmente mostrado,
Destino que tem de você saber extremo,
Destino do remetente supremo.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Testando, 1 2 3

Testando, 1 2 3

Teste agora,
Está sendo testado
Rápido dite : " Na lapiseira coloquei um novo grafite"
Foi um teste, não exite

Daquele que, ao experimentar não aprovou
uma vez apenas testou
Não entendeu o que procuravam,
recompensa deixou para os que achavam

E agora da prova, do teste mais complexo
desafio você a passar,
um erro nesse poema encontrar,
é, você já passou, sem sentido as palavras deixou

Do teste que agora me testava
a uma coisa qualquer escrever,
teste isso, teste onde tem dor de cabeça
se você entendeu o trocadilho, do poema desapareça

Agora testo você mais uma vez,
a completar esse poema,
escreva uma palavra qualquer
escreva o que você -----,
( Não quis, me deixou feliz )

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Sol Inexistente

Sol Inexistente 

Nuvem que agora era tema,
passou , 
simplesmente choveu 
e me molhou

Nuvem que agora no céu,
talvez tão de noite que nele não habita
nuvem que aparece de dia, 
e nele cria alegria,

Nuvem que agora, tão branca,
tão somente branca
que é transparente o seu cinza,
nervosa, ranzinza

Nuvem que agora não chove granizo,
chove água,
é especial,
limpa toda sua magoa

Nuvem que lá do céu 
desmorona,
e chove gotas de algodão
clichê imensidão

Nuvem que agora tão somente agora 
tem raios, talvez algum trovão,
nuvens assustadoras,
em um dia de verão

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Do que procrastinava

Do que procrastinava 

Do sem tempo,
sem relógio está na calçada
esperando qualquer um passar,
com horas no sol, celular

Agora de noite 
foi ao sol as horas buscar
não encontrou,
voltou sem elas a chorar

Ficou algum tempo perdendo tempo
buscando o tempo medir, comprimir
o tempo perdeu,
não conseguiu com ele competir

O tempo deste está contado,
que não deixe saber esse para nada planejar
deixe o tempo vir
e simplesmente por ele passar

Distorce o tempo
no ano bissexto mais tempo a queimar,
nada produtivo,
do tempo não evolutivo

Agora o poeta com tempo a desejar
deixa o poema sem fim,
solto pronto a acabar
mas sem tempo, para a última frase silabar 

Dos tempos livres que não possuo

Dos tempos livres que não possuo

Eis que de agora
tudo que sinto de uma prova de química
não se acabou ainda
mal profundo, pedra de peso infinda

Agora que não passe a esses
todo mal que o coração humano corrói
tire do ego,
não rimarei com destrói, procure seu herói

Aqui talvez,
talvez tão talveziado
que fazendo poema
de tudo que faço tenho desviado

Procrastinar,
seria essa a palavra ?
enquanto escrevo
exercito meu novo desejo, venha a mim sorte, trevo

Não, não deixe pra agora
o que se pode fazer agora,
sem demora,
saia disso, a vida ignora

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Ao fóton,

As luzes agora se apagam,
de ontem, pensamento vago
talvez esteja na hora de cair ao sofá
dormir por dias, dormir sem que cesse o luar

As luzes, aquelas mesmas do expressionismo,
as luzes rabusco, recrio
você me pertence,
do seu cabelo sei de cada fio

Porque agora, não fosse mais
o sol pra me dar toda essa luz
a lua escura, começa a aparecer,
luz perfeita, mais radiante que o amanhecer

Porque de agora temos astros,
estrelas que não brilham cintilando
e dançam no céu
brincando

Não tinha mais nada por isso a dizer
a luz agora, e a única a se ver
é a de meu monitor ligado,
abobado penso em você

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Honras ao seu chapéu carnudo

Agora tiro pra você a boca,
com o chapéu te beijo,
a muito tempo, esse meu desejo,
logo com o chapéu bocejo

Muito tarde da noite agora,
não tinha mais boca aquele que
todo dia do sol cobriu
agora do sono dormiu

Traga-me sua boca, pensamento vil,
talvez agora queira um beijo
de meu chapéu civil
encontra-se no covil,
sua boca me deu, serviu

A noite chega,
logo escurece
de boa noite de seu chapéu
um beijo padece

Vêm esse à minha testa,
chapéu e boca re-trocar
você me beijou,
meu chapéu você tomou

Depois ou antes do calçado

Agora estou aqui frente ao computador
algum tempo se passa,
mas antes de sair,
um poema a redigir

Esse aqui não é qualquer outro sobre paixão
porque, do poema o amor foi em vão
talvez nada me motivasse a fazer esse
força de vontade, antes que esquecesse

Talvez dessa cadeira não saio
nada tinha me motivado,
a alma estava presa a cadeira
animo de lado

Talvez agora, grotesco, animal
venha à esse, dar um fim fatal,
ah, achei meu chinelo,
tchau!

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Ode à homenagem à Vinicius

Ode à homenagem à Vinicius

Ao mestre agora escrevo,
a Vinicius de Moraes todo respeito
não pare de escrever seu soneto,
não largue do teu fiel amigo, amuleto

Agora talvez do poeta a homenagem poética,
lixo que está aqui à obra do mestre vangloriar 
homem esse, sem tempo fixo, sem lugar à estar,
"nasço amanha... morro ontem" e morreu sem esperar 

Talvez agora minta um pouco,
pois do seu ombro só conheço as poesias que deixou,
amigo reconheci, amigo seu sou
pois que não me aceite, mas a morte sem resposta me deixou

Que do seu amigo não esqueça a morte,
como eu aqui, escrevendo sobre a existência carnal
de um poeta, dramaturgo excepcional,
queira assim eu não dizer mal 

Mas talvez de que sua vida tenha sido do amor ,
de tanta tristeza , saudade, 
do carinho a maldade
amor que o maior apunhalou

De que a fé dos desesperados agora ressurja
faça aos nossos olhos se reencontrar 
e agora ao poema sem um fim certo arrematar,
uma frase do mestre concedida, para o poema enfim acabar
"E viver esse amor até morrer
E ir conjugar o verbo no infinito..."
tomara que este fique bonito

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Mudez

Mudez

Agora o poeta,
sem emoção, nem sentimento nenhum,
os sentimentos não foram ignorados
morreram, incendiados

Agora sem nada a fazer
pois que como poeta vivia
e seu viver, era diferente
qualquer coisa que não venha à mente

Pois que o poeta é diferente de todos,
talvez tão parecido que diferente
mas não sente esses
que de amor sofre e mente,

Os sentimentos do poeta,
não tem nenhum,
e no poema
apenas o rastro de sarcasmo deixa

Não, o poeta não teria falado a verdade com outras palavras
o poeta não é capaz disso,
pois que sem sentimentos, vazio de tudo
deixa o poema sem palavras, mudo

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Passado de que não foi

Passado de que não foi

Sentimento ainda inexistente,
de outro poema foi tema, objeto de estudo mais avançado
desse poema só um sentimento
que em meu coração não tenho guardado,

Coragem talvez seja muito forte
não tenho coragem de possuí-la
nesse poema, rebuscada canção
cito trovadores e parnasianos

Soldados que lutaram,
talvez nem tanto quanto os românticos
seus amores conquistaram,
seus amores falsos à burguesia

De meu poema retrai toda energia
talvez amor pago,
pago a quem queira escrever sobre tal
poema que não tem desfecho, nem estrofe final

Aqui agora como romântico,
talvez nem tão dramaturgo, ator de tevê
barroquista do jeito de ser,
meu amor declaro à você ( ou vosmecê , como a nobrezia entender)

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Qualquer sem rimas

Qualquer sem rimas

De que não sabia de mais nada
Não tinha obrigação de o poema rimar,
talvez outra pessoa gostasse
dessas manias, de amar, velejar

Da menina agora ciume
de todos que a encostavam
pronome possessivo,
psico maníaco, obsessivo

Que fosse a menina ou ele então,
não bastava só ao lado dela estar
não rimava
agora o poema triunfava

Mesmo que agora,
da alma se junte
e da menina venha ser ele só,
as estrelas não tem luar

Só estão essas ao céu brilhar,
e que não tenha dó o sol,
caia, mas que a alma da menina venha com ele casar,
que caia em eclipse solar

E que, da tentativa do poeta tenha pena
é impossível em um poema não rimar,
que se padeça os versos brancos
do poeta a criar

sábado, 19 de outubro de 2013

De doença sem título

De doença sem título

Não procurava doença maior que tédio
para o tédio não tem remédio,
talvez as doenças que matam sejam mais assustadoras,
mas o tédio, tem as correntes,que são da alma devoradoras

Se não fosse assim,
me arriscaria a ter medo de gripe,
de tosse de câncer , de qualquer coisa que faz mal
que agora, não encontro mais fatal

Talvez doenças do coração
sejam as piores,
amor, droga incurável, irremediável
de longe a doença mais odiável,

Talvez doença essa que sofreu mutação,
mesmo atingindo o coração,
faça bem, faça paixão

Mas de longe, amor causara maior estrago em sintoma,
sintoma de amor qual será esse ?
coisa que cresce dessaparesesse ?

Não tinha explicação mais para o coração,
coração que inventa de adoecer,
e adoece por quem quiser convencer
que o amor é impossível de vencer

Talvez até aqui também
o poema tenha tomado rumo,
criado forma convincente
de que talvez o amor é tudo que se sente

Mas apresento-lhes a história,
o decorrer dos fatos,
a doença mais letal,
não vem de vírus e é fatal

Que o acaso aqui sim aparecesse,
o acaso são todas as doenças,
porque dele você tem crenças
de que não será infectado

Pois que está enganado,
o acaso é o sintoma indubitável
paixão, amável
o acaso mata aqueles que chamam de saudável

Pois que com o acaso
pessoas de vinte, oitenta e cinquenta anos
padecem,
não fique triste, o acaso não desaparece

Agora ela não está preocupada com a chuva e tudo lá fora,
está em seu quarto, sem nenhuma demora
ela, de apenas um acaso se arrepender,
o acaso de nascer

Do reflexivo

Do reflexivo

Foi-se lá,
frente ao espelho denovo,
todos os defeitos arrumar,
perfeita como brilho, novo

Talvez nem um segundo frente ao espelho,
já era magnifica, modelo
percebendo o vidro da cabeça ao joelho
era perfeita na mão, nos olhos, na boca e no cabelo

Não que ela fosse sair de verdade,
não, ela ficava frente ali sua beleza deslumbrar,
agora refletia tudo da vida de sua alegria,
tristeza não contia

Agora do espelho talvez ao poeta
talvez foi-se também lá quem sabe
olhar no espelho
seu pensar vermelho

Foi-se lá, imperfeição encontrar,
não sairia de lá até se arrumar,
talvez algum tempo tristeza expôs
até que o espelho enfim decompôs

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Do poeta

Do poeta

Sobre o poeta agora escrevi,
eu não sou exato,
minha existência não é real,
mais do que um numero decimal

Não vou fazer aqui uma ficha descritiva,
minha existência não é definitiva
você está lendo esse poema centenário,
de um poeta imaginário,

Talvez sim, as vindas do autor,
devo mostrar aqui todo meu valor,
meus costumes não tão escondidos
minhas manias,todos defendidos

Não, não era verdade que talvez na rua
passando por alguém ou a cantarolar
o poeta simplesmente ia triste a caminhar
e talvez um sorriso, de canto de boca dar-lhe-á

Não era excessivo seu vício por alguma matéria que ele mesmo não entendia
de logica nada sabia
mas como sempre, "o poeta finge tão completamente",
que deixa não sentir o que se sente

Estava apaixonado,
o poeta é apaixonado pelo poema,
talvez sem agora dilema,
venha fingir e você faça desse um de seu problema

Não é possível escrever tudo isso sobre o poeta,
talvez não cabesse num livro,
pois nem em um simples poema,
se fez parecer emblema

Talvez agora se mostre o caráter do poema,
mais caráter que esse pobre poeta, obra de cinema
agora aqui o leitor somente ri,
do poema falei verdade, menti ?

domingo, 29 de setembro de 2013

Só um lobo

Só um lobo

Agora muito de noite pra continuar,
talvez não continuasse,
mas estava comigo a uivar,
o lobo, na montanha ao luar

Talvez fosse muito tarde,
talvez não conseguisse pensar num tema concreto
de quais vários amigos tive a ideia
o incrível impeto

Não era mais a noite do que eu podia aguentar,
talvez num monte longe daqui
o lobo estava comigo
agora mais do que um amigo

Não tinha ideia nenhuma pra escrever isso
talvez só a lua cheia fosse um tema aqui
o lobo sugerido não saia do poema,
estava aqui, desde o começo só uivando em um fonema

Aqui em casa,
agora escuro,
não tanto quanto a luz dos meus pensamentos,
não tinha luz, escuros tormentos

Aqui agora,
uma alcateia do longe ao sussurrar
sem um fim pra esse poema,
todos meus pensamentos aglomerar



sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Não, esse poema não é mais um qualquer sobre geladeiras

Não, esse poema não é mais um qualquer sobre geladeiras

Talvez ela pensasse em geladeiras,
mais do que em mim mesmo,
a geladeira estava cheia,
não tinha torresmo

Isso foi pra completar a rima de mais um verso,
sim, ela colocava a ideia de escrever sobre geladeira
não estava do lado da torradeira,

A geladeira estava lotada,
lotada de ideias para serem aqui expressas,
nenhuma foi encontrada,
a menina não foi amada

Eu não queria escrever sobre isso,
força de um amor talvez falou mais sobre essa geladeira
do que aqui pode ser demonstrado,
de noite os congelados, frios calados

Não me deixou escolha,
talvez tivesse que falar algo sobre geladeiras,
afinal o poema é sobre isso,
tenho com a linda menina um compromisso

Não amor, não existirá nada sobre geladeiras aqui,
você queria falar de pudim,
talvez o que mais gostasse
só posso te dar uma rosa do jardim

Até aqui, querendo falar algo
talvez o poema nada cria,
devo falar algo sobre geladeiras ?
a geladeira é fria
só isso, nada amaria

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Alguns minutos

Alguns minutos

Tempo,
sem tempo pra escrever isso,
sem tempo pra pensar ,
todos os bens do mundo confisco

Tempo agora só meu
não, o tempo passou,
o tempo ficou,
o tempo não esperou, correu, matou

Tempo amanha,
não, talvez muito cedo,
agora me encontro cedo deste dia,
tarde do anterior, tempo leve minha dor

Tempo não apague
o tempo passado memórias,
tempo presente inexistente
tempo futuro,  ainda longe da gente

Talvez o tempo ainda não pare,
não, não consigo medir o tempo,
não relógio, você não me é útil
você me informa o tempo que já perdi do dia
tempo fútil

Alguns minutos são pra mim muito tempo
talvez sua alegria se esvai em um relento
em um segundo, num curto tempo
a tristeza, a mais de uma hora , o seu tormento

Fazendo esse poema,
o tempo não passou,
não,
o carvalho de outono ainda não chegou,
o inverno talvez se aproximou,
no verão amou,
na primavera, se apaixonou

sábado, 21 de setembro de 2013

Rádio

Rádio

Na televisão passando,
noticias reais,
ultimo tempo,
dizem os jornais

Na televisão,
esporte e lazer,
fique em casa,
morra de prazer,

Na televisão,
índices que você inclui
não generalize
na televisão tudo flui

Televisão,
veja o real,
tudo que acontece,
arma fatal

Vamos preservar o planeta
vendo televisão,
vendo qualquer cometa
que nos faça ligação

Não é errado ver televisão demais
você se inteira nas noticias,
na morte de humanos e animais,
e não entende os sarcasmos daqui e dos jornais

Talvez não sair
meio de comunicação ?
não boca,
televisão

O titulo será esse mesmo, título do fim

O titulo será esse mesmo, titulo do fim

Estava pensando na escrita desse poema
por talvez um tempo,
não queria fazer nada mais
que mostrar o fim, meu contento

Fui numa união matrimonial,
não, não chamem assim
era mais uma festa cerimonial,
um casamento, como todo outro igual

Talvez não fosse importante ali
não tanto quanto minha família
minha irma, e minha mãe
e meu pai, sim eu tenho aracnofobia

Não, esse fato aleatório não foi justamente por rimar,
talvez alguma porcentagem por vez
mas era fato meu medo de aranhas
era do medo um freguês

Esse fim tão esperado
talvez chegou no inicio do casamento
minha familia foi-se ser importante
não era de meu contento

Talvez após um tempo
a banda tocava, notas musicais,
Sol la si do,
com meu nike na mesa ,
só e só

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

A titulo de conhecimento uma das frases é falsa

A titulo de conhecimento uma das frases é falsa

Eu sou perfeito,
eu não desrespeito,
esse poema vai ser magnífico,
Einstein é anticientífico

Eu não fiz esse poema
ele surgiu em um sistema,
tenho muitas frases pra nesse poema por,
sim, eu te odeio, me deixe por favor

O chocolate não vai te fazer feliz
eu sou o que você sempre quis
a televisão não faz tédio
você não é o meu remédio

Por isso não, a água não é molhada,
te dou dicas de qual é a frase, você não faz nada
até aqui escrever esse poema tem sido fácil
esse que não tem prefácio

Faltar dormir não te dá olheiras,
todas as frases até aqui são verdadeiras
por isso não te chamo,
te amo

Bem dos títulos

Bem dos títulos

Estava tentando escrever bem,

talvez nunca conseguisse,
aquela façanha
vivia um drama

Talvez nunca escrevesse bem,

assim como os poetas escrevem,
bem, é dificil escrever,
bem ou mal fazer

Pois bem ora,

o que era bem ?
3 letras, talvez soubesse o alfabeto,
disso não estava certo

Então estava ai,

o bem tão dificil agora escrevia
que alegria,
coloque B o E e o M em sintonia

Todo mundo escreve bem,

todo mundo escreve mal,
minha irmã sabe bem escrever
e de bem eu chamo você


quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Talvez sem título ou não

Talvez sem título ou não

Coisas para escrever,
coisas pra ler
coisas pra desenhar
coisas pra amar,

Tantas coisas pra escrever aqui,
nenhuma coisa da minha mente sair,
talvez não tenha nada a ver com o título,
deste poema em mais um capítulo

Esse titulo ainda não foi criado 
dar a ele o nome mais errado,
o titulo não vai sair do poema,
o poema não vai ter maior problema

Talvez agora pensando num titulo,
o poema não dê procedimento
preciso de um titulo
que tire meu tormento,

Não , não pode ser um simples titulo,
não pode ser uma simples conquista
o titulo almejado 
titulo de artista

Talvez eu não encontrei até agora ,
mas pra não mostrar meu sofrimento, 
acabemos logo o poema,
eu em relento, no meu aposento

Versos Negros

Versos Negros

Não estava disposto,
com tanta fúria
a escrever esse poema,
faça seu dilema

Não pensei nada à escrever isso,
do poeta ri,
vicio de café,
percebi ?

Não acho sentido nenhum
nesses versos,
não complexos,
dislexos,

À falta de versos brancos,
versos não são brancos,
não aparecem no papel,
cor escura quase céu

Talvez mesmo sem sentido,
rima no poema contido
não preciso mais rimar,
não preciso de amar,

Nesse ultimo verso rima não existirá,
talvez meu álibi será,
escrever uma coisa bem aleatória,
que não rime nem com bola

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Coragem

Coragem

Ele não tentou,
o sonho se acabou,
o tempo expirou,
o amor apagou

Ele não viu,
o tempo que se extinguiu,
talvez nunca tentava
só pensamento lhe bastava

Acabou por isso,
não falou com ela,
ele perdeu sua chance ,
perdeu seu momento de romance,

Do outro lado da cidade,
talvez agora distantes,
a menina não pense mais nele,
homem daquele,

Talvez sem falta de coragem,
ele foi ter, sei lá, medo de viagem,
talvez com coragem agora,
ele coloque na cabeça,
uma ideia besta
que sua paixão desapareça,
que da menina não enlouqueça ,

Ele tinha tanta coragem a isso,
quanto falta á dizer,
não dizia aquilo,
de " o que sinto por você"

Talvez agora no outro lado da rua, a menina esteja
nele não pensando com certeza
agora suas ideias desconheça,
sua paixão não amadureça

Estava lá sim, do outro lado da rua,
um poema a escrever,
que tem um inicio,
assim como vocês podem ver :
"Ela não tentou ... "
talvez o menino amou.

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Poesia à moda

Poesia à moda

"Você conhece aquele poeta?"
duas senhoras discutiam na rua,
não de culinária,
mas de poesia pura

Passando ao lado,
talvez nada da conversa captei,
não de trico,
mas de poeta sem lei

Falavam mais ou menos de um poema,
como a vida é plena,
não de novela, nem comida na panela,
na rua passava uma cadela,

Percebi pouco daquelas senhoras,
mas mesmo assim, não falavam de netos,
de mingau com canela,
não conversavam por janela,

Na virada da esquina,
talvez voltassem à culinária e ao bordado
todo esse sentimento virou passado
tudo mudou quando partiram
como nesse poema também se despediram

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Dormir só

Dormir só

Sono bata,
faça dormir,
mente cansada,
não desejo sorrir

Sono venha,
tire o café,
deixe deitar,
durma na sala de estar

Sono,
venha agora,
vamos embora,
já nasce a aurora

Sono,
venha,
fazenda de carneiros,
todos contados em números inteiros

Sono,
onde está ?
onde dorme ?
onde aparecerá?

Pois bem sono,
acordado agora estou,
não quer mais,
aquele que tanto te almejou,

Agora pois deixe-me escrever esse poema na cama,
pare com esse drama,
apague essa chama,
pois agora, com olhos quase fechados então,
não sono, nã....

Era uma onda

Era uma onda

Alterou-se
Virou papel,
Como uma onda no céu

O azul infinito,
Daqui de baixo é tão bonito,
Vou rouba-lo sem demonstrar réu,
Como uma onda no céu

Agora marés,
Agora dança, balés,
As ondas à arrebentar
numa corrente de pedras, pra lá

Talvez o ultimo verso não apresentou,
a frase, aquilo que o poema criou,
mesmo agora sem chapéu
Como uma onda no céu

A aliança sol, e até o luar
no horizonte o casamento de céu e mar celebrar,
mas caiu-se o véu,
Como uma onda no céu

As marés dos trabalhos,
da pesquisa, do anoitecer,
isso não vai mais acontecer,
No céu uma onda aparecer

Sede da alma

Sede da alma

Outro poeta já dizia,
da vida triste,
solitária,
vazia

Era mais uma dessas pessoas,
que talvez com muito afazer,
talvez sem nada a perder,
foi da vida cansaço ter,

Não que ele não gostasse,
talvez a vida amasse,
mas agora não queria viver,
talvez não pensasse também em morrer

Da vida cansaço,
só isso podia,
explicar a falta de animo,
que lhe detia

Essas pessoas todas,
"ela" já dizia,
não gostava das pessoas,
mas uma amaria

Não,
não poderia ser tão profundo,
a pessoa disso tinha ódio,
queria isolar-se desse mundo

Talvez uns 6 meses,
talvez o sono seria letal,
"ela" queria dormir, hibernar
tirar tudo que lhe é mal

A essa pessoa almejo,
do mundo toda calma,
conceder-lhe o desejo,
de sede da alma.



terça-feira, 10 de setembro de 2013

E agora nota ?

E agora nota ?

Nem preocupado com essas notas de menos,
agora no meu quarto pensando em outra coisa,
não na nota, classificação,
quero escrever um poema para o coração

A nota não para de me perturbar,
não olhei,
ignorei,
deixei a nota passar

Gabaritos rasgados ,
sentimentos jogados
falta de tristeza,
falta de surpresa

Talvez agora a nota esqueça
vou dormir, antes que padeça
a nota agora não é importante,
a mim, cavaleiro errante

Talvez precisasse de 5 , 10 pontos
talvez classificação fosse o importante
talvez o primeiro, comandante
talvez nunca das matérias amante

Pois ora um relacionamento estabelecido
o aluno, pobre alma, entristecido
sem notas, abatido,
la se foi adormecido

Matéria pra trabalho,
trabalho de matéria,
avaliação(o que ?)
avaliar uma pessoa igual você ?

Não, então
fiquem assim pois as notas,
1, 2 ,3, não é contagem regressiva,
é reprovação abusiva.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Poema Momentâneo

Poema Momentâneo

Tal subjetividade que agora me mata
a floresta desmata
destrói , enfurece,
a subjetividade não esquece

A um tempo atras,
em outros versos,
outros pensamentos,
pensava outra coisa,
pensava sem contentos

Agora não fazia mais sentido nenhum
aquela frase, escrita em outro poema incomum
tão mentirosa agora apareceu,
no pensamento adormeceu

Queria eu não proferir tais palavras,
não ditas menas destruição causaria,
aquela que amei,
aquela que amaria

Aquilo hora foi necessário
talvez ficasse melhor sem
saber o problema que se passava,
que seu sono tirava

Subjetividade poemática,
me ajude no tempo e momento,
escrever algo que seja para sempre,
obra de meu contento

Que como as outras frases não sejam desfeitas,
que não precise ser reformulado,
que está perfeito
nessa sua forma e estado

terça-feira, 23 de julho de 2013

Alguns anos após ..

Alguns anos após..

Estava ela lá,
questões da vida à meditar,
pensamento este perigoso,
que a colocava em sentimento triste, culposo

Seu pensamento distorcido,
trazia a ela uma visão do que jamais tinha sido,
talvez chata fosse aqui a palavra fundamental,
mas ela era uma pessoa especial

Paz de espirito
venha para os bons,
se acha tão chata, desigual,
para mim é o amor mais habitual

Pensamentos turbos afastem-se desta
Não a deixem cair na tristeza,
pois, nesta, inigualável
tem-se ainda encontrado, a pessoa mais amável