Com muito açúcar
Das tristes confissões
de mais de quinze goles
que eu dei
e que ainda não acabei.
Deixo aqui especialmente
um dos temas que pensei que jamais escreveria a respeito
esse poema é meu predicado e sujeito,
deixo o café ao lado esquerdo e direito do peito.
E falando sobre isso,
sinto medo, muito mesmo
falar algo errado, uma coisa tão importante
o café de todo instante .
Algumas coisas como café ( em especial )
umas certas palavras pra mim também que são de tudo um mal
pra escrever a respeito, não consigo
sinto o amargo comigo.
Talvez Unstoppable,
ou outras palavras que pra mim são um mal maior
deixo aqui os problemas de lado, tomara que esse poema fique ruim,
tire o ego que mora em mim.
Mas não dá, a palavra café deixa o poema especial
se não sentiu não se sinta mal
foi do amargo do peito que deixou a tristeza
que não deixa ao poema transpassar nenhuma beleza.
O amor deixei de lado,
qualquer lugar que vá
o café me acompanha ( acompanhará )
aqui ele vira um sujeito mais que especial
um cara legal.
E agora
fico sozinho, sem ninguém mesmo
não sinta pena do poeta, ele é só mais um,
cara comum.
E agora o café passa, volta a alegria
que já foi um dia,
de quem nunca foi amado,
descafeinado.
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