Deste tema que não veio aleatório,
e nem de um desconhecido,
de uma amiga agora faço intertextualidade
da história de Piasca, sentir cumplicidade
Talvez só agora venha perceber
o pedaço do peito rasgado, ao ler e sentir quase calado
a realidade fatal que o texto tem me mostrado,
entristeço quase abestado
Dos olhos molhados que agora falam
"parabéns, texto magnífico"
do sentimento anticientífico
desse tal de amor
Agora deixo no poema tão somente visões próprias,
a subjetividade me sobe a garganta , não consigo dizer sem comparações
as verdadeiras emoções
sentidas ao ler o texto
Tão perfeito e "ao fazer o leitor sentir"
talvez alguma coisa como, fazer dos problemas do texto a carapuça servir,
do leitor angustiado com qualquer ser ficcional que exista apenas no papel,
realidade cruel
O texto se faz tão luz, muito mais que o sol,
refletido no cabelo 'Di Lua'
e agora me atinge de forma tão intensa que qualquer gosto do amor,
me faça sentir o personagem em seu intenso sabor
De todos os eufemismos que foram utilizados neste texto,
para definir outro, gerado e cuidado com mãos carinhosas,
talvez façam pelo menos uma menção honrosa
à sua magnificência gloriosa
(Sobre o Texto "Piasca Luabel, a menina do cabelo ‘di lua’ e o amor" de Natália Faria)
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