quarta-feira, 28 de maio de 2014

Uma história

Uma história

Sobre uma certa física,
sobre uma certa histórica,
que tem me machucado tanto,
desde os primórdios da teórica

Odeio bastante essas teorias,
e digo mais, odeio muito tudo isso
é grandioso o sentimento de tristeza
agora gastando a letra horrenda com um trabalho 

Fico calado, ouvindo qualquer coisa que fale mais alto
que eu próprio, elevo-me à planalto
E agora, parado sem escrever nada
sobre a teoria histórica que me machuca 

Deixo o texto assim sem consulta
pois me lembro que o dia já finda
é chegado o amanha,
dia de acabar esse trabalho e concluir a façanha

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Parabéns, para quem ? Aniversário de um dia banal

Parabéns, para quem ?
Aniversário de um dia banal

Esse título foi escrito antes do poema
( como em outros já feitos anteriormente)
não deixo a ambiguidade iminente,
abro o tema no titulo, totalmente

Venho falar sobre certos um ano( de que ?)
de nada em especial,
do dia comum e normal,
como um dia sem nada especial

E aqui, neste poema,
faço urras e menções honrosas a este dia,
dia sem igual,
aniversário de um dia banal

Pelas escritas até aqui, pensei em alguns títulos diferentes,
mas se não encontrar .. deixo este mesmo,
atende de fiel grado
do proposto no texto tratado

As felicidades das coisas simples vangloriar
este dia têm isso à mostrar
e sua função
faz com exatidão

O dia quase se acaba,
penso bastante sobre esse dia, e penso mais,
existem 364/365 dias ao ano
que são dias normais

Salvo este último para cada pessoa
dia de alegria infinda,
dos cabelos crescendo mais, do corpo se desenvolvendo
e de pessoas que podem estar morrendo

Dia de exaltar a não-morte diária,
da alegria perfeita da vida e do aniversário,
e esperar, um novo dia, que venha com a mesma magia
maldita ideologia

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Vermelho

Vermelho

Ressoa o ódio e sentimento profundo
a mágoa que corrói agora,
por qualquer conta feita errada,
alterado o valor, trocada

Agora o lamento inútil
do pós prova incessante
das letras que não significam nada
além de minha tristeza gritante

A magnífica estadia
da discórdia na mente,
agora penetra tão profunda,
apenas sente

E tudo chora,
de qualquer ponto perdido
esse texto reescrito,
deixo o meu terrível aflito

Desculpe-me, coloquei a dor aqui,
simplesmente para, depois que esse acabar sorri
E apenas olho pra longe,
vendo todos os pontos do boletim sair

domingo, 11 de maio de 2014

Ode à Procrastinação

Ode à Procrastinação

Da magnificência que encontro neste texto
do leitor apenas peço o apreço,
dessa ação, de deixar as coisas inacabadas, tão covarde
(Escrever esse verso mais tarde)

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Casado

Casado

Lamento corriqueiro
que agora na escrita não se faz menos inteiro,
qualquer coragem que não possua,
estou indo direto ao ponto, palavra minha e sua

Agora tão sem coragem - lamento com o leitor-
sinta minha dor, por favor !
faça seu coração agora por mim comover
deplorável fingimento parecer

Por todas as palavras não ditas
que agora não faltam em nada no texto
escrevo como penso, pareço
e agora, de falta de coragem padeço

De todos as palavras não trocadas
e das felicidades que pudiam ser vivenciadas
simplesmente culpo a coragem - me julgue
coragem inútil, revogue

Com tristeza de mim mesmo, com tristeza de toda a coragem
que não disse as palavras especiais,
sentimentos comoventes e banais
que podia ter tão somente dito

E agora, vem a tristeza incessante
e tira do poeta a calma, e deixa ao poema um fim horripilante
qualquer subjetividade que seja retirada aqui, seja ruim,
doravante simplesmente paro de culpar a coragem

Ora bolas, claro que irá acontecer de novo
toda essa falta de coragem e a tristeza importuna
que deixa na felicidade uma lacuna
impreenchível

E agora, no fim do texto,
o poeta novamente sem coragem para as palavras jogar
apenas diz " eu te amo ",
cala-se por uns certos segundos à amar

Deu certo, o texto por ele se apaixonar,
 ficaram juntos muito tempo,
e do texto o sentimento, veio ao contento
com o poeta casar