terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Parece com um grilo

Parece com um grilo

Na esperança que você entenda esse poema
eu agora escrevo tão simples,
tão simplesmente e obviamente direto,
um poema sobre algo concreto

De qualquer pessoa que faça uma prova
e antes de saber o resultado, sabe de tudo
sabe de qualquer coisa,
qualquer coisa que sua mente cogitar

Agora da falácia qualquer
que venha a pensar,
a falácia do erro comum,
mútuo, errou em nada, nenhum

Do sentimento que Sherlock talvez duvidaria
sentimento maior que de uma poesia,
maior que dedução,
muito mais forte que intuição

Do sentimento incompleto que já tem fim
porque o destino quis assim,
a pessoa está certa de si,
esta certa e ri do que escrevi

Agora do sentimento mais escroto
que qualquer um possa ter,
depois de uma prova, em uma pessoa consolar,
"você vai melhorar "

Colocam fé em qualquer coisa que possa o momento mudar,
não falo da fé aqui, muito complexa para em um poema reduzir,
agora da pessoa que consola,
tão triste, tão grandiosamente triste

Que seu corpo não cabe em si,
se expandiu, procurou proliferar,
e novas flores
fazerem desabrochar,

Agora do erro que se repetiu,
sentimento de acreditar não interviu,
o sentimento que faz a todos procrastinar
a esperança real de mudar

A esperança, tão somente em qualquer coisa acreditar,
fazer dela uma lei, segui-la até secar,
se está bem, da próxima consegue, tudo perfeito,
o sentimento que impregna no peito,
e na próxima tristeza, apenas ela a consolar,
uma tristeza de qualquer coisa esperançar

Nenhum comentário:

Postar um comentário