domingo, 29 de setembro de 2013

Só um lobo

Só um lobo

Agora muito de noite pra continuar,
talvez não continuasse,
mas estava comigo a uivar,
o lobo, na montanha ao luar

Talvez fosse muito tarde,
talvez não conseguisse pensar num tema concreto
de quais vários amigos tive a ideia
o incrível impeto

Não era mais a noite do que eu podia aguentar,
talvez num monte longe daqui
o lobo estava comigo
agora mais do que um amigo

Não tinha ideia nenhuma pra escrever isso
talvez só a lua cheia fosse um tema aqui
o lobo sugerido não saia do poema,
estava aqui, desde o começo só uivando em um fonema

Aqui em casa,
agora escuro,
não tanto quanto a luz dos meus pensamentos,
não tinha luz, escuros tormentos

Aqui agora,
uma alcateia do longe ao sussurrar
sem um fim pra esse poema,
todos meus pensamentos aglomerar



sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Não, esse poema não é mais um qualquer sobre geladeiras

Não, esse poema não é mais um qualquer sobre geladeiras

Talvez ela pensasse em geladeiras,
mais do que em mim mesmo,
a geladeira estava cheia,
não tinha torresmo

Isso foi pra completar a rima de mais um verso,
sim, ela colocava a ideia de escrever sobre geladeira
não estava do lado da torradeira,

A geladeira estava lotada,
lotada de ideias para serem aqui expressas,
nenhuma foi encontrada,
a menina não foi amada

Eu não queria escrever sobre isso,
força de um amor talvez falou mais sobre essa geladeira
do que aqui pode ser demonstrado,
de noite os congelados, frios calados

Não me deixou escolha,
talvez tivesse que falar algo sobre geladeiras,
afinal o poema é sobre isso,
tenho com a linda menina um compromisso

Não amor, não existirá nada sobre geladeiras aqui,
você queria falar de pudim,
talvez o que mais gostasse
só posso te dar uma rosa do jardim

Até aqui, querendo falar algo
talvez o poema nada cria,
devo falar algo sobre geladeiras ?
a geladeira é fria
só isso, nada amaria

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Alguns minutos

Alguns minutos

Tempo,
sem tempo pra escrever isso,
sem tempo pra pensar ,
todos os bens do mundo confisco

Tempo agora só meu
não, o tempo passou,
o tempo ficou,
o tempo não esperou, correu, matou

Tempo amanha,
não, talvez muito cedo,
agora me encontro cedo deste dia,
tarde do anterior, tempo leve minha dor

Tempo não apague
o tempo passado memórias,
tempo presente inexistente
tempo futuro,  ainda longe da gente

Talvez o tempo ainda não pare,
não, não consigo medir o tempo,
não relógio, você não me é útil
você me informa o tempo que já perdi do dia
tempo fútil

Alguns minutos são pra mim muito tempo
talvez sua alegria se esvai em um relento
em um segundo, num curto tempo
a tristeza, a mais de uma hora , o seu tormento

Fazendo esse poema,
o tempo não passou,
não,
o carvalho de outono ainda não chegou,
o inverno talvez se aproximou,
no verão amou,
na primavera, se apaixonou

sábado, 21 de setembro de 2013

Rádio

Rádio

Na televisão passando,
noticias reais,
ultimo tempo,
dizem os jornais

Na televisão,
esporte e lazer,
fique em casa,
morra de prazer,

Na televisão,
índices que você inclui
não generalize
na televisão tudo flui

Televisão,
veja o real,
tudo que acontece,
arma fatal

Vamos preservar o planeta
vendo televisão,
vendo qualquer cometa
que nos faça ligação

Não é errado ver televisão demais
você se inteira nas noticias,
na morte de humanos e animais,
e não entende os sarcasmos daqui e dos jornais

Talvez não sair
meio de comunicação ?
não boca,
televisão

O titulo será esse mesmo, título do fim

O titulo será esse mesmo, titulo do fim

Estava pensando na escrita desse poema
por talvez um tempo,
não queria fazer nada mais
que mostrar o fim, meu contento

Fui numa união matrimonial,
não, não chamem assim
era mais uma festa cerimonial,
um casamento, como todo outro igual

Talvez não fosse importante ali
não tanto quanto minha família
minha irma, e minha mãe
e meu pai, sim eu tenho aracnofobia

Não, esse fato aleatório não foi justamente por rimar,
talvez alguma porcentagem por vez
mas era fato meu medo de aranhas
era do medo um freguês

Esse fim tão esperado
talvez chegou no inicio do casamento
minha familia foi-se ser importante
não era de meu contento

Talvez após um tempo
a banda tocava, notas musicais,
Sol la si do,
com meu nike na mesa ,
só e só

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

A titulo de conhecimento uma das frases é falsa

A titulo de conhecimento uma das frases é falsa

Eu sou perfeito,
eu não desrespeito,
esse poema vai ser magnífico,
Einstein é anticientífico

Eu não fiz esse poema
ele surgiu em um sistema,
tenho muitas frases pra nesse poema por,
sim, eu te odeio, me deixe por favor

O chocolate não vai te fazer feliz
eu sou o que você sempre quis
a televisão não faz tédio
você não é o meu remédio

Por isso não, a água não é molhada,
te dou dicas de qual é a frase, você não faz nada
até aqui escrever esse poema tem sido fácil
esse que não tem prefácio

Faltar dormir não te dá olheiras,
todas as frases até aqui são verdadeiras
por isso não te chamo,
te amo

Bem dos títulos

Bem dos títulos

Estava tentando escrever bem,

talvez nunca conseguisse,
aquela façanha
vivia um drama

Talvez nunca escrevesse bem,

assim como os poetas escrevem,
bem, é dificil escrever,
bem ou mal fazer

Pois bem ora,

o que era bem ?
3 letras, talvez soubesse o alfabeto,
disso não estava certo

Então estava ai,

o bem tão dificil agora escrevia
que alegria,
coloque B o E e o M em sintonia

Todo mundo escreve bem,

todo mundo escreve mal,
minha irmã sabe bem escrever
e de bem eu chamo você


quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Talvez sem título ou não

Talvez sem título ou não

Coisas para escrever,
coisas pra ler
coisas pra desenhar
coisas pra amar,

Tantas coisas pra escrever aqui,
nenhuma coisa da minha mente sair,
talvez não tenha nada a ver com o título,
deste poema em mais um capítulo

Esse titulo ainda não foi criado 
dar a ele o nome mais errado,
o titulo não vai sair do poema,
o poema não vai ter maior problema

Talvez agora pensando num titulo,
o poema não dê procedimento
preciso de um titulo
que tire meu tormento,

Não , não pode ser um simples titulo,
não pode ser uma simples conquista
o titulo almejado 
titulo de artista

Talvez eu não encontrei até agora ,
mas pra não mostrar meu sofrimento, 
acabemos logo o poema,
eu em relento, no meu aposento

Versos Negros

Versos Negros

Não estava disposto,
com tanta fúria
a escrever esse poema,
faça seu dilema

Não pensei nada à escrever isso,
do poeta ri,
vicio de café,
percebi ?

Não acho sentido nenhum
nesses versos,
não complexos,
dislexos,

À falta de versos brancos,
versos não são brancos,
não aparecem no papel,
cor escura quase céu

Talvez mesmo sem sentido,
rima no poema contido
não preciso mais rimar,
não preciso de amar,

Nesse ultimo verso rima não existirá,
talvez meu álibi será,
escrever uma coisa bem aleatória,
que não rime nem com bola

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Coragem

Coragem

Ele não tentou,
o sonho se acabou,
o tempo expirou,
o amor apagou

Ele não viu,
o tempo que se extinguiu,
talvez nunca tentava
só pensamento lhe bastava

Acabou por isso,
não falou com ela,
ele perdeu sua chance ,
perdeu seu momento de romance,

Do outro lado da cidade,
talvez agora distantes,
a menina não pense mais nele,
homem daquele,

Talvez sem falta de coragem,
ele foi ter, sei lá, medo de viagem,
talvez com coragem agora,
ele coloque na cabeça,
uma ideia besta
que sua paixão desapareça,
que da menina não enlouqueça ,

Ele tinha tanta coragem a isso,
quanto falta á dizer,
não dizia aquilo,
de " o que sinto por você"

Talvez agora no outro lado da rua, a menina esteja
nele não pensando com certeza
agora suas ideias desconheça,
sua paixão não amadureça

Estava lá sim, do outro lado da rua,
um poema a escrever,
que tem um inicio,
assim como vocês podem ver :
"Ela não tentou ... "
talvez o menino amou.

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Poesia à moda

Poesia à moda

"Você conhece aquele poeta?"
duas senhoras discutiam na rua,
não de culinária,
mas de poesia pura

Passando ao lado,
talvez nada da conversa captei,
não de trico,
mas de poeta sem lei

Falavam mais ou menos de um poema,
como a vida é plena,
não de novela, nem comida na panela,
na rua passava uma cadela,

Percebi pouco daquelas senhoras,
mas mesmo assim, não falavam de netos,
de mingau com canela,
não conversavam por janela,

Na virada da esquina,
talvez voltassem à culinária e ao bordado
todo esse sentimento virou passado
tudo mudou quando partiram
como nesse poema também se despediram

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Dormir só

Dormir só

Sono bata,
faça dormir,
mente cansada,
não desejo sorrir

Sono venha,
tire o café,
deixe deitar,
durma na sala de estar

Sono,
venha agora,
vamos embora,
já nasce a aurora

Sono,
venha,
fazenda de carneiros,
todos contados em números inteiros

Sono,
onde está ?
onde dorme ?
onde aparecerá?

Pois bem sono,
acordado agora estou,
não quer mais,
aquele que tanto te almejou,

Agora pois deixe-me escrever esse poema na cama,
pare com esse drama,
apague essa chama,
pois agora, com olhos quase fechados então,
não sono, nã....

Era uma onda

Era uma onda

Alterou-se
Virou papel,
Como uma onda no céu

O azul infinito,
Daqui de baixo é tão bonito,
Vou rouba-lo sem demonstrar réu,
Como uma onda no céu

Agora marés,
Agora dança, balés,
As ondas à arrebentar
numa corrente de pedras, pra lá

Talvez o ultimo verso não apresentou,
a frase, aquilo que o poema criou,
mesmo agora sem chapéu
Como uma onda no céu

A aliança sol, e até o luar
no horizonte o casamento de céu e mar celebrar,
mas caiu-se o véu,
Como uma onda no céu

As marés dos trabalhos,
da pesquisa, do anoitecer,
isso não vai mais acontecer,
No céu uma onda aparecer

Sede da alma

Sede da alma

Outro poeta já dizia,
da vida triste,
solitária,
vazia

Era mais uma dessas pessoas,
que talvez com muito afazer,
talvez sem nada a perder,
foi da vida cansaço ter,

Não que ele não gostasse,
talvez a vida amasse,
mas agora não queria viver,
talvez não pensasse também em morrer

Da vida cansaço,
só isso podia,
explicar a falta de animo,
que lhe detia

Essas pessoas todas,
"ela" já dizia,
não gostava das pessoas,
mas uma amaria

Não,
não poderia ser tão profundo,
a pessoa disso tinha ódio,
queria isolar-se desse mundo

Talvez uns 6 meses,
talvez o sono seria letal,
"ela" queria dormir, hibernar
tirar tudo que lhe é mal

A essa pessoa almejo,
do mundo toda calma,
conceder-lhe o desejo,
de sede da alma.



terça-feira, 10 de setembro de 2013

E agora nota ?

E agora nota ?

Nem preocupado com essas notas de menos,
agora no meu quarto pensando em outra coisa,
não na nota, classificação,
quero escrever um poema para o coração

A nota não para de me perturbar,
não olhei,
ignorei,
deixei a nota passar

Gabaritos rasgados ,
sentimentos jogados
falta de tristeza,
falta de surpresa

Talvez agora a nota esqueça
vou dormir, antes que padeça
a nota agora não é importante,
a mim, cavaleiro errante

Talvez precisasse de 5 , 10 pontos
talvez classificação fosse o importante
talvez o primeiro, comandante
talvez nunca das matérias amante

Pois ora um relacionamento estabelecido
o aluno, pobre alma, entristecido
sem notas, abatido,
la se foi adormecido

Matéria pra trabalho,
trabalho de matéria,
avaliação(o que ?)
avaliar uma pessoa igual você ?

Não, então
fiquem assim pois as notas,
1, 2 ,3, não é contagem regressiva,
é reprovação abusiva.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Poema Momentâneo

Poema Momentâneo

Tal subjetividade que agora me mata
a floresta desmata
destrói , enfurece,
a subjetividade não esquece

A um tempo atras,
em outros versos,
outros pensamentos,
pensava outra coisa,
pensava sem contentos

Agora não fazia mais sentido nenhum
aquela frase, escrita em outro poema incomum
tão mentirosa agora apareceu,
no pensamento adormeceu

Queria eu não proferir tais palavras,
não ditas menas destruição causaria,
aquela que amei,
aquela que amaria

Aquilo hora foi necessário
talvez ficasse melhor sem
saber o problema que se passava,
que seu sono tirava

Subjetividade poemática,
me ajude no tempo e momento,
escrever algo que seja para sempre,
obra de meu contento

Que como as outras frases não sejam desfeitas,
que não precise ser reformulado,
que está perfeito
nessa sua forma e estado