segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Pupila

Pupila

Era muito pouco pra mim,
Talvez não tinha mais de 2 centímetros
Mas o olho é a janela da alma ao interior,
Da onde provém toda minha dor,

Agora aqui estou lamentando,
A menina que tanto amara,
Para outro infelizmente olhara .

Era tão triste , 
O olhar , que tanta beleza me mostrava
Me feria , matava , quando percebia ,
Que para outro olho meu amor olhava ,

Era algo próprio , 
Era singelo,
Seu olhar, castanho,
Que combinava com seu cabelo amarelo ,

O olhar dela tinha me ferido,
Talvez por outros três meses não venha falar comigo

Pois do olhar tinha me traído , 

Naqueles três segundos se passavam minha vida,
Em frente ao meu olho, literalmente,
Que até hoje, falta do meu amor,
Sente 

domingo, 17 de junho de 2012

Pense

Logo vi sem funcionalidade,
Minha vida não era nada,
Era mais uma flor de alecrim
Fora do campo, sem nenhum fim

Pensei, o que neste mundo é importante ?
Logo obtive uma resposta : a vida,
Mas, ela também não era nada
Sem Deus ela não seria criada

Então logo pensei novamente:
Mas é claro , Deus é a coisa mais importante,
Pensei mais, Pensei no meu pensamento,
Ele não tinha fundamento

Sem o pensar, não pensaria em Deus,
Logo temos uma charada,
Sem Deus, o pensamento não seria nada,
E sem pensamento, Deus seria apenas uma criatura almejada .

Pois, o pensamento, é o que nos faz crer em Deus,
E sem ele , como ficaríamos ? 
Acho que como os animais, 
Sem pensar em nada, capataz

Acho que o não pensar , está relacionado a fé,
É isso porque é, 
A fé, rege um mundo de criaturas irracionais,
Por isso, a fé consegue unir até os animais desiguais

Por favor, vivemos da fé então,
Mas não dá, o pensamento temos que criar,
Pensar na fé , é pensar,
Exercê-la é amar

Logo se não existisse pensamento, 
Deus ainda existiria , no coração daqueles com fé,
Mesmo que não pensantes mais com fé,
Porque a fé, só existe em razão do pensamento
E o pensamento, só existe por Deus,
E Deus , também , existe em nossas crenças 
Pela fé e pela razão, 
Tanto faz a sua opinião.

Mas, voltando-se aos animais,
Eles não pensam,
Eles agem por impulsos,
Eles são guiados pela fé, e seus intuitos .

Nós, quase da mesma forma,
Não pensamos,
Agimos por impulsos
E somos guiados pela razão e nossos intuitos.

Agora pense, se tem esse dom,
Somos seres guiados pela razão,
Que não pensam, logo então,
Somos piores que os animais 
Que cumprem seus deveres a mais,

Ainda vamos ter que pensar,
Ainda vamos ter que lutar,
Se nada disso restar,
Usaremos a fé para nos salvar,

Mas, não nos comparemos a animais,
Isso não,
Nos ainda não chegamos a seu patamar
Estamos em um processo evolutivo, degenerativo

terça-feira, 29 de maio de 2012

Multidão


Eu era comum ao mundo,
Mas agora não sou igual a ninguém,
O que em mim mudou ?
O que em mim detém ?

Eu fico tão triste por não ser diferente,
Mas ao mesmo tempo, fico tão triste por ser diferente,
Ninguém me entende,
Ninguém, em meio de toda aquela gente

A humanidade, sim, ela muda as pessoas,
Ela faz seres, ela cria sentimentos
Ela estimula seres a possuírem tormentos

O ser agora, preocupado com ele por causa da humanidade,
Ela criou um padrão de comportamento,
Eu estava a par do padrão,
Não me importei, estou diferente da multidão.

"Eu queria provar que não tinha que provar nada para ninguém"
Não precisava ter gostos,
Não precisava viver uma ilusão,
Eu era realmente diferente da multidão

Ninguém é melhor ou pior que ninguém
A igualdade está na diferença
Está é a verdade,
Em qualquer que seja sua crença

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Vida

Pela ideia da minha colega,  bora fazer um poeminha né ?

 Vida



Vida? 
Bem,  ela é simples , momentânea,
Passageira,
Queria eu prende-la 


Vida é viver, 
Estar com quem ama , 
É crer,
Que existe apenas o eu e você


Muitas pessoas procuram
A essência de viver,
Nas ações, nos poemas,
Em tudo que se faz antes de morrer.


A vida, 
São as migalhas restantes da morte,
São as cinzas,
A vida é um mecanismo de sorte,


A vida é fazer lugar ao mundo,
A vida é esperar o sofrimento,
A vida é de todos, o audível lamento


Pois a vida é viver, como anteriormente dito,
A vida é machucar, sofrer,
A vida é a antítese mais elaborada
A vida não vale quase nada 


Pois a vida não vale quase nada , mas ao mesmo tempo vale tudo,
Viver é sentir as coisas boas já preparado para as piores,
Viver é a coisa mais complicada que já foi criada


Pois você que não sente emoção na vida,
Que está tão preocupado, que deixa a vida de lado,
Saiba que viver é a coisa mais difícil que você pode fazer
Desde o seu nascer


Aqueles vivos,
Estão lutando contra a morte imbatível,
Onde a questão não é ganhar,
Mas é chegar ao seu máximo, se superar,


Pois aqueles que escolhem a morte, sem nem ao menos lutar,
Apenas fracos, eu posso os considerar.
Pois viver, é querer
Viver é Morrer.



quinta-feira, 24 de maio de 2012

Significado

Estava pensando,
Coisa que não faço muito,
Queria um sentido
Para aquilo que me deixa aborrecido

Não percebi, já estava ocupado
O pensamento de nada me dava significado

Só passava o relógio
Percebi-o, deixei passar
Um significado para o tempo queria dar,
Pois bem , em nada conseguia pensar

Estava sem finalidade ao mundo,
Era um ser irracional 
Nem ao tempo tão banal
Conseguia dar um sentido concreto, real

Voltei-me às conversas com os amigos,
Queria definir amizade, amor, lealdade.

À lealdade só tinha as palavras,
A amizade, só podia definir com algum amigo,
E o amor guardava comigo.

Volto-me ao amor, o que seria ele?
Pego o papel, tento escrever,
Só um nome em minha mente parecer

O amor, os sentimentos, descobri, descobri
A definição é como você pensa,
Em que vai agir, como vai resistir

Assim, agora estava feliz,
Para mim o amor não tinha significado,
Era uma pessoa, em minha mente, ao meu lado

É pela diferença que o mundo é criado
Pela diferença os sentimentos não tem significado
Todos conseguem definir o amor,
O amor é tudo, o amor não precisa de estudo

Logo volto para o tempo,
E ele , como definir?
-O tempo é o que não deixa darmos significado para qualquer termo, 
O tempo é o meu lamento,
O tempo é o significado para todo e qualquer sentimento.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

CIROLA

CIROLA

Vestido, ainda nu,
O silêncio desnorteador ,
Era noite,
Não possuía pudor

Estava frio,
Não era tarde, mas por enquanto era frio,
O frio era amigo do branco, do cinza, de cor impensável
Era o vento frio , gélido e amável , de tão denso até apalpável

Pois bem, nesta tarde sem fim,
O vento castigava, 
E ventava, cansava, esfriava.

Por luxúria minha, queria eu um cobertor,
Talvez até um agasalho,
Qualquer coisa que do frio , 
Afastasse meu cabelo grisalho

E era pois bem grisalho,
Assim como o frio meu cabelo tinha tomado,
Aqueles fios não seriam como antes,
Aquele frio,sobre meus cabelos, teve ação desvirginante

Não encontrava qualquer objeto que do frio me afastasse,
E me sentia frio, sim, não tinha roupas, e era um completo nu,
Com apenas uma cirola vermelha de bolinhas brancas,
Era uma fruta, do pomar humano, quase estranha como o caju 

Aquela cirola esteve ali , por tanto tempo,
Nem percebi-a, agora, ela não me deixa perceber , 
Se não fosse ela , logo seria mais um nu sobre um monte de agasalhos
Tentando esconder-se dos humanos falsários.

Pois esta cirola esteve comigo, verões e invernos,
Não tinha nenhum compromisso com nada ,
Era o meu boi na boiada,
Me protegia de tudo quanto era arma ou granada.

A cirola agora vermelha de bolinhas brancas, 
Ou até branca de bolinhas com cor vermelha, 
Não se assemelha,
A qualquer objeto que a ela se espelha.


segunda-feira, 16 de abril de 2012

Lenda cotidiana

Lenda Cotidiana


Nova lenda,
Será você ?
Toda cidade fala,
Em outro momento, expectativa criara


Não conseguira fazer este poema,
As palavras não saiam,
Estava abafado
Meu futuro poético estava arruinado,


Talvez a dor era menos intensa,
Era um poema de valor,
Fazia poemas com tanta leveza,
E neste, tão pequeno , frio, eu sentia tanta dureza,


Ficara triste, 
Esquecera o passado e continuara fazendo poemas da onde parei,
Mas não podia esquecer a dor,
Daquele que larguei,


Era um lenda,
Histórias falsas o caracterizavam,
Contudo,
Bastava apenas a palavra tudo.


Era um homem ( mulher ? )
Bem, as histórias contavam de uma lenda, nunca definido o gênero,
Talvez, seus feitos foram tantos, que transpassaram suas qualidades humanas( humanas?),
Nada era, o bastante para caracterizar, aquele que todos tinham medo, mas não conseguiam avistar


Todos liam o jornal, era fato,
A "lenda" visitaria sua cidade,
Todos ficaram enlouquecidos,
Alguns corajosos outros correram para abrigos,


Então no domingo, a cidade quase pacata ia toda ao metrô,
Ver a tal lenda, o tal das histórias,
Lá chegaram, perderam seu tempo com esmolas.


Era um sujeito, comum,
Talvez nunca vira alguém normal, mas aquele era sim um sujeito normal.
Transpassava seu cotidiano, sua calma,
Seus costumes, sua alma.


Todos saíram dali,
Todos descontentes, tristes,
Esperavam mais,
Da simples criatura que mais parecia capataz,


Na verdade, era sim uma lenda,
Pois, na grande rua chuvosa,
De pingos diferentes, nunca da mesma forma,
Um sujeito comum era entre todos uma norma,


Dai, o mundo , tão estranho, tão desacostumado,
Até as coisas mais comuns são especiais,
Se não forem mais,
Do que simples pessoas normais



quarta-feira, 11 de abril de 2012

Um Amor, Seus Esmaltes e Um Artista Cego

Um Amor, Seus Esmaltes e Um Artista Cego

Não me lembro, em nenhuma das vezes que a vi,
Uma unha sem um contorno técnico que só ela fazia.
Talvez por charme,
Talvez por simpatia.

Seu cheiro era deveras interessante,
Era algo como uma casa de perfumes e flores e cheiros,
Cheirava jasmim, rosa, alecrim, seu cheiro não descrevia,
Seu cheiro não tinha fim.

Nunca fora muito de falar,
Talvez não tenha escutado o silêncio de sua fala,
Talvez é aquela que meu coração ampara,

Não tinha informação suficiente,
Por aquela que até hoje meu coração sente,
As noites mais escuras, são o clarão do meu dia,
Depois daquilo, nada podia.

Meu coração se cegou por amor,
Não tinha mais para onde olhar,
O que querer
Estava se matando sem perceber.

Talvez sempre fora humilde,
Com valor mais humilde, sem a cobiça,
Era um artista cego,
Como um artista, tinha poder, movimentos,
Mas o fato de ser cego não deixava perceber seus talentos.

O coração,
Torço para que este cego, encontre o caminho que me leve a você,
No meio a tantos obstáculos, o destino é o mais almejado
E pelo caminho, estrada longa, o coração vai sendo apedrejado,

O coração cego se move pelo amor,
Quando não existe mais amor, se move pela atração,
Quando não existe mais essa, se move pela força,
Quando não se tem mais força, se move pela fúria,
E quando se esgotam os meios, o coração triste, desolado, apaixonado,
Se move pelo amor , que ele tem caminhado.




sábado, 7 de abril de 2012

Segundos erros

Segundos erros

Parabéns,
Mas agora, o que fará ?
Seu maior inimigo é você mesmo,
Pelo que lutará?

-Eu lutarei até que o ultimo caia,
Minha luta nunca falha,
Lutarei ,
Minha batalha nunca acabarei.

Talvez era o fim, ou o inicio daquele sentimento,
Aquele que estava guardado por ali,
Bem perto , ao seu peito
Embora não tivesse feito.

Talvez ao inicio da história entenda  ,
Nosso amigo, considerado na melhor estava na pior
Um simples sim,
Um simples desejo de vencer, mudaria todo seu viver.

Começara do zero,
Não tinha titulo algum,
Não tinha pelo o que pensar,
Se não pudesse perder,  que visse a ganhar.

Era um exímio lutador,
Não precisava de lança,
Não sentia dor,
Desde quando criança,
O que lhe faltava era amor.

Lutava com todos ao seu redor,
Não tinha um motivo concreto,
Queria da vitoria estar certo.

Aprumava a lança,
Com certa vingança,
A vingança daqueles que não conseguiam,
Que nem ao palco da vida subiam.

Foi tão grande,
Talvez o maior,
Não tinha mais local a se expandir,
Todo e qualquer sonho, queria extinguir

Alguns aos que se aguentavam na posição inferior,
Disseram que nada mais o detinha,
Era o sonho de vida,
A qual ninguém tinha

Talvez por falta de espaço,
Resolveu se expandir no imenso vazio de seu corpo,
Era grande porém oco,
A água fora do côco

E aquele bolo,
Tão grande,
Mostrou seu interior,
O fermento que o tornou,

Era um homem triste, traído pelo poder,
Foi traído pelas atitudes, por si
E, sem inimigos,
Ficaria apenas por aqui.

Agora:
"Seu maior inimigo é você mesmo,
Pelo que lutará ?", Vale a pena lutar?

Era um completo ignorante,
Longe do turbilhão borbulhante da rua , das pessoas sofrendo, dos inimigos matando e morrendo,
-Lutarei comigo por ti, pela sua oportunidade de fazer o certo
Minha batalha nunca acabarei, com isto te liberto.

domingo, 1 de abril de 2012

JAGUATIRICA

JAGUATIRICA

Talvez as jaguatiricas sejam felizes,
Pois bem, ora,
Ela é um meio termo entre onças e gatos
Longe da cidade se deliciar com matos (?)

E assim a vida vai indo,
Diferenciando gatos e onças
As jaguatiricas em seu habitat,
As características de empate.

O que é então uma jaguatirica ?,
Um gato onça ?
Ou uma onça gato ?
Me encontro estupefato.

Se bem que,
Não existe meio termo entre duas sentenças contrárias,
Fico louco,
Não existe meio entre bem e mal ?
Em razão e emoção ?,
Fico louco talvez de paixão,

Talvez fosse meio feliz ou triste,
Minto, não existe meio entre tristeza e alegria,
Ou talvez fosse uma guerra pacífica,
Sendo que a mesma não exista.

Fico louco,
Sem razão fico louco,
Não por pensar que meu mundo foi em vão,
Que acreditava em coisas sem razão,
Não não, isso não me preocupa,
O que penso agora é,
Como fica a jaguatirica ?



quinta-feira, 29 de março de 2012

Roubo

Roubo

Foi roubado,
Talvez outrora não precisasse disso,
Mas agora, que já foi findado,
Vivo minha vida criminosa calado.

Talvez estivesse adiando a dor ?,
Ou me esbanjando em sorrisos passageiros?,
Mínima ideia , era uma sensação jamais sentida,
Talvez quem sabe, a vida estaria comprometida.

Se bem que, não era lá roubo de Monalisa,
Não era uma parte da torre de Pisa
Era um simples tema,
De mais um poema.

Temendo tanto a consequência,
Que a ingenuidade acabe,
Que eu tome consciência ,
Que eu faça a diferença,

Talvez, nem se importasse,
O tal autor completo,
De tema concreto,

Eu, agora considerado tão ingênuo
Fiz crimes a passar do milênio
Roubar aquele tema tão nu,
Semeá-lo e fazer crescer bambu

Que , deste poema feito,
Tire o máximo proveito,
De que possa se fazer rosas,
Do ardor trabalho, do poeta sem salário.
Que passou todo o dia, contando galhos, de uma noite sem agasalhos.

LOOL

LOOL.


Nela eu guardo tudo o que eu preciso,
Ela está comigo,
Ela é especial,
Ela é meu abrigo.


Guardo lápis, papel , apontador,
Por ela sinto todo amor.


Meio rosa, vermelha, preta,
Guarda caneta,
Tem tinta que suja até a camiseta


Mas é especial,
Nunca vi nenhuma igual,
Tão pouco sozinha,
É a minha bolsinha

quarta-feira, 28 de março de 2012

Tal sem titulo

Tal sem titulo

Um tal de poema com crônica criara,
Apreciava a arte e a todos levara,
Do que estava falando,
Era como um padre a palavra semeando

Era mais um,
Sem lugar nenhum,
Lugar ocupado pelos complexos,
De humanos disléxicos.

Não sobrava nem no fundo da xícara,
Muito menos na nata,
Não servia pro queijo,
Estava fora da lata,

Era um tal sem vida,
Que com vida criava, dançava, vivia,
Mas sem vida,
Sua alma estava vazia

Não tinha a quem pedir ajuda,
Estava parado como toda a humanidade,
Parado no tempo, no momento
E via sofrimento em seu olho atento.

Choramingava algumas lágrimas de jacaré , e logo voltava a ativa
A vida devia ser vivida, vivida na esportiva

Não sabendo o que era desafio, foi lá e se desafiou

Não sabendo o que era desafio, foi lá e se desafiou


Tava cansado de escrever poema,
Então resolvi crônica ditar,
A toda gente, à vizinhança,
Toda feliz como sorriso de criança


Se bem que a uns 3 meses, 
Um tal amigo, bem de perto pras bandas de cá
Resolveu o impossível tentar.


Estava tão triste, que nada mais o poderia magoar,
Coisa de amor, coisa de orgulho,
Coisas que não tem sentido,
Escondidas como um mergulho


Se bem que, desafio ele ainda não conhecia,
Sabendo dá dificuldade de um desafio,
Resolveu se desafiar à viver um desafio,
Não podia mais, agora estava desafiado, tinha que ser aceitado,


Mas ele foi além,
Tinha um desafio a ser cumprido,
Encontrar um desafio, naquele momento,
Era o ato mais violento,


Pensou, pensou, ora bolas, desafiou-se a não pensar,
Inútil, nada conseguiu,
Pensou denovo, agora queria não respirar,
Não havia como,iria desmaiar,


Pensou um pouco mais, isto era perfeito,
Se desafiou a não se desafiar,
Contudo, um desafio acabava de enfrentar. 

segunda-feira, 19 de março de 2012

Começo

Começo


Quem não tenta, não pode errar , no entanto , quem erra , tem a chance de acertar D;
Está e para você,
Minha senhora e meu senhor,
que está afim de pensar, tentar, falar, mas nem ao menos tem a coragem de começar D:

quarta-feira, 14 de março de 2012

Para Não Dizer Que Esqueci Das Rosas.

Para Não Dizer Que Esqueci Das Rosas.


Poetas antigos tentaram,
Criaram,
Amaram,
Sangraram, mas nunca sentiram dor


Poetas antigos foram fortes,
Nortes,
Exortes,
Fieis até a morte


Poetas antigos foram loucos,
Foram roucos,
Convenceram-nos aos poucos


Poetas de ontem, de hoje
O tempo é relativo,
Viva, tudo é mutativo,
Seja um velho na esperança de um novo criativo

sábado, 10 de março de 2012

Ação

Ação


Dormi ,
Descansei
Em meus sonhos,
Pensei em você


Apaixonei,
Amei,
Terminei,
Amargurei,


Fiz tudo proposto,
Fiz o que não era a meu gosto,
Cansei,
Mas parabéns alcançei. 


Toda ação,
Tem uma reação,
Que pode ser corrida,
Ou não.

sábado, 3 de março de 2012

Captivant

Captivant


Amor é difícil definir,
Amor é um processo,
Queria eu participar,
Isso eu confesso


Apaixonar é uma fraqueza,
Fraqueza que gera tristeza,
Queria apenas amar,
Nunca apaixonar,


Apaixonar é para os fracos,
Eu não me apaixono,
Mas eu sou mais do que fraco,
Porque, da fraqueza de se apaixonar, se tira a força.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

LUGAREJO

Lugarejo

Eu estava lá,
Não queria ficar,
Qualquer um em minha situação ,
Não iria acreditar em minha superstição

Ficava tanto tempo,
No relento da janela,
Contando passarinhos,
Que passavam sobre a torre amarela

Sabe como é,
Tanto tempo se passou,
E o sonho tão ingenuo,
Em pesadelo transformou

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Ações.

AÇÕES.

Creio, releio,
Faço, amasso,
Desfaço, embaraço,
Eu sou aquilo que você não é , não me culpe pelo que eu fizer

Penso ao alvorecer, ao acordar,
Aquilo que você tentou,
Da minha memória apagar
Eu sou aquilo que você não é, não me culpe pelo que eu fizer,

Canto , alevanto,
Sou o que sou, não pode me culpar,
Tudo que vier a fazer, fazerei,
Eu sou aquilo que você não é, não me culpe pelo que eu fizer,

Sente comigo,
Jogue conversas para mim,
Me acompanhe até o fim,

Eu sou aquilo que você quiser,
Sou um pássaro, um avião,
Já faço parte do seu coração,
Por quanto assim, eu sou aquilo que você não é , não me culpe pelo que eu fizer

sábado, 28 de janeiro de 2012

AMOR.

AMOR .

"Ninguem, irá dizer ,
Que não existe razão,
Nas coisas feitas pelo
Coração"

Frases antigas ,
Que prevalecem até hoje,
Quem tirará a razão,
Daquilo que é feito a partir de sua emoção.

Queria eu ser romantico,
Impossível,
So uso aquilo
Que está a meu nivel,

Queria eu ser diferente,
Escrevendo versos à toda gente,
Mas só alimento a ideia,
De ser um poeta docente.

"Mesmo que tente,
Jamais mostrarei o amor por versos.
Porque o amor, é uma emoção que não está presente nas conversas, nas rimas, nos versos,
É uma emoção que está presente no coração " Gabe.~



quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Dê seu titulo

Dê seu titulo

Tu nunca erras ,
Tu nunca há de errar,
Crê que existe apenas uma falha
No acertar.

Quem garantiria um erro ? ,
Sendo que a vida é sua ,
Tudo é um acerto,
Tudo é por certo, correto

Se vem a errar ,
Procura algo culpar,
Não podes, a culpa levar,

Sendo assim, 
Acaba crendo que recomendações estão corretas,
Que existem regras das mais complexas

Não viva de regras ,
Não se limite ao comum,
Nao seja nenhum,

O acerto é consequencia de tentativas ,
As falhas são evoluções de acertos
O erro é um conjunto de falhas.
O duvidável é o que nunca foi um erro,
Criando-se assim uma cadeia , veremos no final que
ERROS são iguais a ACERTOS

To Think

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Pincel

Pincel

Tua mente precisa de desafios,
Tu crê no comum
Não descorda do obvio,
Tenho por ti um ódio,

Meus poemas a seu ver, um desafio,
Eles criam uma cor unica em sua mente confusa,
Mas eis de que sempre existe um "pixo" nesta nova cor unica,
Uma barreira da perfeição,

E assim vai desafio,
Proposto pela sua mente a mim,
Sem querer perceber,
Lança em fim : Eu pixo , tu pinta, vamos ver quem tem mais tinta ? :D