Lenda Cotidiana
Nova lenda,
Será você ?
Toda cidade fala,
Em outro momento, expectativa criara
Não conseguira fazer este poema,
As palavras não saiam,
Estava abafado
Meu futuro poético estava arruinado,
Talvez a dor era menos intensa,
Era um poema de valor,
Fazia poemas com tanta leveza,
E neste, tão pequeno , frio, eu sentia tanta dureza,
Ficara triste,
Esquecera o passado e continuara fazendo poemas da onde parei,
Mas não podia esquecer a dor,
Daquele que larguei,
Era um lenda,
Histórias falsas o caracterizavam,
Contudo,
Bastava apenas a palavra tudo.
Era um homem ( mulher ? )
Bem, as histórias contavam de uma lenda, nunca definido o gênero,
Talvez, seus feitos foram tantos, que transpassaram suas qualidades humanas( humanas?),
Nada era, o bastante para caracterizar, aquele que todos tinham medo, mas não conseguiam avistar
Todos liam o jornal, era fato,
A "lenda" visitaria sua cidade,
Todos ficaram enlouquecidos,
Alguns corajosos outros correram para abrigos,
Então no domingo, a cidade quase pacata ia toda ao metrô,
Ver a tal lenda, o tal das histórias,
Lá chegaram, perderam seu tempo com esmolas.
Era um sujeito, comum,
Talvez nunca vira alguém normal, mas aquele era sim um sujeito normal.
Transpassava seu cotidiano, sua calma,
Seus costumes, sua alma.
Todos saíram dali,
Todos descontentes, tristes,
Esperavam mais,
Da simples criatura que mais parecia capataz,
Na verdade, era sim uma lenda,
Pois, na grande rua chuvosa,
De pingos diferentes, nunca da mesma forma,
Um sujeito comum era entre todos uma norma,
Dai, o mundo , tão estranho, tão desacostumado,
Até as coisas mais comuns são especiais,
Se não forem mais,
Do que simples pessoas normais
segunda-feira, 16 de abril de 2012
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Um Amor, Seus Esmaltes e Um Artista Cego
Um Amor, Seus Esmaltes e Um Artista Cego
Não me lembro, em nenhuma das vezes que a vi,
Uma unha sem um contorno técnico que só ela fazia.
Talvez por charme,
Talvez por simpatia.
Seu cheiro era deveras interessante,
Era algo como uma casa de perfumes e flores e cheiros,
Cheirava jasmim, rosa, alecrim, seu cheiro não descrevia,
Seu cheiro não tinha fim.
Nunca fora muito de falar,
Talvez não tenha escutado o silêncio de sua fala,
Talvez é aquela que meu coração ampara,
Não tinha informação suficiente,
Por aquela que até hoje meu coração sente,
As noites mais escuras, são o clarão do meu dia,
Depois daquilo, nada podia.
Meu coração se cegou por amor,
Não tinha mais para onde olhar,
O que querer
Estava se matando sem perceber.
Talvez sempre fora humilde,
Com valor mais humilde, sem a cobiça,
Era um artista cego,
Como um artista, tinha poder, movimentos,
Mas o fato de ser cego não deixava perceber seus talentos.
O coração,
Torço para que este cego, encontre o caminho que me leve a você,
No meio a tantos obstáculos, o destino é o mais almejado
E pelo caminho, estrada longa, o coração vai sendo apedrejado,
O coração cego se move pelo amor,
Quando não existe mais amor, se move pela atração,
Quando não existe mais essa, se move pela força,
Quando não se tem mais força, se move pela fúria,
E quando se esgotam os meios, o coração triste, desolado, apaixonado,
Se move pelo amor , que ele tem caminhado.
Não me lembro, em nenhuma das vezes que a vi,
Uma unha sem um contorno técnico que só ela fazia.
Talvez por charme,
Talvez por simpatia.
Seu cheiro era deveras interessante,
Era algo como uma casa de perfumes e flores e cheiros,
Cheirava jasmim, rosa, alecrim, seu cheiro não descrevia,
Seu cheiro não tinha fim.
Nunca fora muito de falar,
Talvez não tenha escutado o silêncio de sua fala,
Talvez é aquela que meu coração ampara,
Não tinha informação suficiente,
Por aquela que até hoje meu coração sente,
As noites mais escuras, são o clarão do meu dia,
Depois daquilo, nada podia.
Meu coração se cegou por amor,
Não tinha mais para onde olhar,
O que querer
Estava se matando sem perceber.
Talvez sempre fora humilde,
Com valor mais humilde, sem a cobiça,
Era um artista cego,
Como um artista, tinha poder, movimentos,
Mas o fato de ser cego não deixava perceber seus talentos.
O coração,
Torço para que este cego, encontre o caminho que me leve a você,
No meio a tantos obstáculos, o destino é o mais almejado
E pelo caminho, estrada longa, o coração vai sendo apedrejado,
O coração cego se move pelo amor,
Quando não existe mais amor, se move pela atração,
Quando não existe mais essa, se move pela força,
Quando não se tem mais força, se move pela fúria,
E quando se esgotam os meios, o coração triste, desolado, apaixonado,
Se move pelo amor , que ele tem caminhado.
sábado, 7 de abril de 2012
Segundos erros
Segundos erros
Parabéns,
Mas agora, o que fará ?
Seu maior inimigo é você mesmo,
Pelo que lutará?
-Eu lutarei até que o ultimo caia,
Minha luta nunca falha,
Lutarei ,
Minha batalha nunca acabarei.
Talvez era o fim, ou o inicio daquele sentimento,
Aquele que estava guardado por ali,
Bem perto , ao seu peito
Embora não tivesse feito.
Talvez ao inicio da história entenda ,
Nosso amigo, considerado na melhor estava na pior
Um simples sim,
Um simples desejo de vencer, mudaria todo seu viver.
Começara do zero,
Não tinha titulo algum,
Não tinha pelo o que pensar,
Se não pudesse perder, que visse a ganhar.
Era um exímio lutador,
Não precisava de lança,
Não sentia dor,
Desde quando criança,
O que lhe faltava era amor.
Lutava com todos ao seu redor,
Não tinha um motivo concreto,
Queria da vitoria estar certo.
Aprumava a lança,
Com certa vingança,
A vingança daqueles que não conseguiam,
Que nem ao palco da vida subiam.
Foi tão grande,
Talvez o maior,
Não tinha mais local a se expandir,
Todo e qualquer sonho, queria extinguir
Alguns aos que se aguentavam na posição inferior,
Disseram que nada mais o detinha,
Era o sonho de vida,
A qual ninguém tinha
Talvez por falta de espaço,
Resolveu se expandir no imenso vazio de seu corpo,
Era grande porém oco,
A água fora do côco
E aquele bolo,
Tão grande,
Mostrou seu interior,
O fermento que o tornou,
Era um homem triste, traído pelo poder,
Foi traído pelas atitudes, por si
E, sem inimigos,
Ficaria apenas por aqui.
Agora:
"Seu maior inimigo é você mesmo,
Pelo que lutará ?", Vale a pena lutar?
Era um completo ignorante,
Longe do turbilhão borbulhante da rua , das pessoas sofrendo, dos inimigos matando e morrendo,
-Lutarei comigo por ti, pela sua oportunidade de fazer o certo
Minha batalha nunca acabarei, com isto te liberto.
Parabéns,
Mas agora, o que fará ?
Seu maior inimigo é você mesmo,
Pelo que lutará?
-Eu lutarei até que o ultimo caia,
Minha luta nunca falha,
Lutarei ,
Minha batalha nunca acabarei.
Talvez era o fim, ou o inicio daquele sentimento,
Aquele que estava guardado por ali,
Bem perto , ao seu peito
Embora não tivesse feito.
Talvez ao inicio da história entenda ,
Nosso amigo, considerado na melhor estava na pior
Um simples sim,
Um simples desejo de vencer, mudaria todo seu viver.
Começara do zero,
Não tinha titulo algum,
Não tinha pelo o que pensar,
Se não pudesse perder, que visse a ganhar.
Era um exímio lutador,
Não precisava de lança,
Não sentia dor,
Desde quando criança,
O que lhe faltava era amor.
Lutava com todos ao seu redor,
Não tinha um motivo concreto,
Queria da vitoria estar certo.
Aprumava a lança,
Com certa vingança,
A vingança daqueles que não conseguiam,
Que nem ao palco da vida subiam.
Foi tão grande,
Talvez o maior,
Não tinha mais local a se expandir,
Todo e qualquer sonho, queria extinguir
Alguns aos que se aguentavam na posição inferior,
Disseram que nada mais o detinha,
Era o sonho de vida,
A qual ninguém tinha
Talvez por falta de espaço,
Resolveu se expandir no imenso vazio de seu corpo,
Era grande porém oco,
A água fora do côco
E aquele bolo,
Tão grande,
Mostrou seu interior,
O fermento que o tornou,
Era um homem triste, traído pelo poder,
Foi traído pelas atitudes, por si
E, sem inimigos,
Ficaria apenas por aqui.
Agora:
"Seu maior inimigo é você mesmo,
Pelo que lutará ?", Vale a pena lutar?
Era um completo ignorante,
Longe do turbilhão borbulhante da rua , das pessoas sofrendo, dos inimigos matando e morrendo,
-Lutarei comigo por ti, pela sua oportunidade de fazer o certo
Minha batalha nunca acabarei, com isto te liberto.
domingo, 1 de abril de 2012
JAGUATIRICA
JAGUATIRICA
Talvez as jaguatiricas sejam felizes,
Pois bem, ora,
Ela é um meio termo entre onças e gatos
Longe da cidade se deliciar com matos (?)
E assim a vida vai indo,
Diferenciando gatos e onças
As jaguatiricas em seu habitat,
As características de empate.
O que é então uma jaguatirica ?,
Um gato onça ?
Ou uma onça gato ?
Me encontro estupefato.
Se bem que,
Não existe meio termo entre duas sentenças contrárias,
Fico louco,
Não existe meio entre bem e mal ?
Em razão e emoção ?,
Fico louco talvez de paixão,
Talvez fosse meio feliz ou triste,
Minto, não existe meio entre tristeza e alegria,
Ou talvez fosse uma guerra pacífica,
Sendo que a mesma não exista.
Fico louco,
Sem razão fico louco,
Não por pensar que meu mundo foi em vão,
Que acreditava em coisas sem razão,
Não não, isso não me preocupa,
O que penso agora é,
Como fica a jaguatirica ?
Talvez as jaguatiricas sejam felizes,
Pois bem, ora,
Ela é um meio termo entre onças e gatos
Longe da cidade se deliciar com matos (?)
E assim a vida vai indo,
Diferenciando gatos e onças
As jaguatiricas em seu habitat,
As características de empate.
O que é então uma jaguatirica ?,
Um gato onça ?
Ou uma onça gato ?
Me encontro estupefato.
Se bem que,
Não existe meio termo entre duas sentenças contrárias,
Fico louco,
Não existe meio entre bem e mal ?
Em razão e emoção ?,
Fico louco talvez de paixão,
Talvez fosse meio feliz ou triste,
Minto, não existe meio entre tristeza e alegria,
Ou talvez fosse uma guerra pacífica,
Sendo que a mesma não exista.
Fico louco,
Sem razão fico louco,
Não por pensar que meu mundo foi em vão,
Que acreditava em coisas sem razão,
Não não, isso não me preocupa,
O que penso agora é,
Como fica a jaguatirica ?
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