Qualquer um mais que especial
Agora sobre qualquer ser em especial,
que qualquer pessoa dá um nome algum
um nome ao que todos chama, comum
ao menos que não tenha, amigo nenhum
Não vou citar o nome daquele ao qual este direciona,
pelo menos não por hora,
porque com seu nome aqui, o texto brilha, cor infinda
o nome já traz em si só excelência de brilho
Amigo, uma palavra trunfo qualquer,
que esconde em cada partição, sentimentos diversos,
e à pessoas, fica cada vez mais complexo, um abrigo
conhecendo apenas quem seja seu próprio amigo
Neste texto cito uma partição especial,
talvez não uma partição, senão a maior parte
da definição de amigo que conheço
Pedro Maia, por esse o apreço
Atinge à todos, morte inabalável
Leva mais um amigo tão considerado,
Leve também, a tristeza que deixou,
quando veio, nem aos amigos considerou ?
Obrigado por tudo,
fica aqui o eterno sentimento,
este não estará escrito em livros e testamento,
apenas no coração o eterno lamento
De qualquer poetêro que venha escrever isto à você
Saiba que nada mais eu tenho em mente,
senão a tristeza sem você, incessante e crescente
Faça um café e apenas siga em frente.
Descanse em paz, Arnold
Gabriel Felipe ( Fei )
terça-feira, 29 de abril de 2014
segunda-feira, 21 de abril de 2014
Depoimento de um texto
Depoimento de um texto
Do desanimo deplorável de escrever me encontro,
qualquer coisa está me torturando,
um texto sobre tortura,
tortura agora me aflige à borda da palavra insegura
E o texto sobre tortura qualquer
não foi criado ainda,
um texto social, avaliado,
mensuro as palavras antes de joga-las no parágrafo
Agora contra à tortura mantenho-me forte,
contra o que de fato ?
apenas uma opinião para o meu texto criar,
nada pessoal, tortura venha me desculpar
Agora à luz da palavra, escolher um ponto de vista parece tão cruel
tenho que me manter fiel,
não posso ficar em cima do muro,
do texto que nem comecei e já me sinto imaturo
Não considero pois a tortura viável,
excelente bater em alguém por esporte ou apanhar por má sorte
mas, cá entre nós, isso não é um argumento confiável
da tortura tenho rancor, e devo evita-la com pudor
Tenho que encontrar fonte mais considerável
e em cima dela me embasar,
e criar uma muralha impenetrável,
para que ninguém do meu texto discorde
Criando a canção sem nenhum acorde,
deixo as palavras soltas :
"Contra" , " direito humano ", "ficção"
a tortura invade o meu coração.
E agora , sem nenhum por quê,
jogo as folhas ao lado,
choro quase calado,
a tortura de escrever tem me afetado
Do desanimo deplorável de escrever me encontro,
qualquer coisa está me torturando,
um texto sobre tortura,
tortura agora me aflige à borda da palavra insegura
E o texto sobre tortura qualquer
não foi criado ainda,
um texto social, avaliado,
mensuro as palavras antes de joga-las no parágrafo
Agora contra à tortura mantenho-me forte,
contra o que de fato ?
apenas uma opinião para o meu texto criar,
nada pessoal, tortura venha me desculpar
Agora à luz da palavra, escolher um ponto de vista parece tão cruel
tenho que me manter fiel,
não posso ficar em cima do muro,
do texto que nem comecei e já me sinto imaturo
Não considero pois a tortura viável,
excelente bater em alguém por esporte ou apanhar por má sorte
mas, cá entre nós, isso não é um argumento confiável
da tortura tenho rancor, e devo evita-la com pudor
Tenho que encontrar fonte mais considerável
e em cima dela me embasar,
e criar uma muralha impenetrável,
para que ninguém do meu texto discorde
Criando a canção sem nenhum acorde,
deixo as palavras soltas :
"Contra" , " direito humano ", "ficção"
a tortura invade o meu coração.
E agora , sem nenhum por quê,
jogo as folhas ao lado,
choro quase calado,
a tortura de escrever tem me afetado
quarta-feira, 16 de abril de 2014
Alma indomável
Alma indomável
Desse estado lamentável em que me encontro,
de uma dor diferente em qualquer ponto
dos machucados que qualquer um possui
apenas em emoção meu corpo dilui
De qualquer sentimento triste,
partilhado por duas pessoas sozinhas,
que uma à outra assiste
das dores diferentes que cada consiste
Agora sentado na cadeira,
conversar por qualquer meio de comunicação de diálogo mútuo
sinto o vazio do meu ser diminuto
em alguns poucos minutos
A depressão que agora,
ocupa todo espaço do corpo,
não só depressão como devolume,
e o cérebro à luz de um vaga-lume
Tão somente sinto sozinho agora
do frio tão carente
que faz tão somente
por dentro sentir
E por dentro rompe,
deixando apenas laços de dor sem esperança
o espirito cansado não alcança
da alma a liderança
Desse estado lamentável em que me encontro,
de uma dor diferente em qualquer ponto
dos machucados que qualquer um possui
apenas em emoção meu corpo dilui
De qualquer sentimento triste,
partilhado por duas pessoas sozinhas,
que uma à outra assiste
das dores diferentes que cada consiste
Agora sentado na cadeira,
conversar por qualquer meio de comunicação de diálogo mútuo
sinto o vazio do meu ser diminuto
em alguns poucos minutos
A depressão que agora,
ocupa todo espaço do corpo,
não só depressão como devolume,
e o cérebro à luz de um vaga-lume
Tão somente sinto sozinho agora
do frio tão carente
que faz tão somente
por dentro sentir
E por dentro rompe,
deixando apenas laços de dor sem esperança
o espirito cansado não alcança
da alma a liderança
quarta-feira, 9 de abril de 2014
Opiniões que foram escritas sobre outras escrituras
Opiniões que foram escritas sobre outras escrituras
Deste tema que não veio aleatório,
e nem de um desconhecido,
de uma amiga agora faço intertextualidade
da história de Piasca, sentir cumplicidade
Talvez só agora venha perceber
o pedaço do peito rasgado, ao ler e sentir quase calado
a realidade fatal que o texto tem me mostrado,
entristeço quase abestado
Dos olhos molhados que agora falam
"parabéns, texto magnífico"
do sentimento anticientífico
desse tal de amor
Agora deixo no poema tão somente visões próprias,
a subjetividade me sobe a garganta , não consigo dizer sem comparações
as verdadeiras emoções
sentidas ao ler o texto
Tão perfeito e "ao fazer o leitor sentir"
talvez alguma coisa como, fazer dos problemas do texto a carapuça servir,
do leitor angustiado com qualquer ser ficcional que exista apenas no papel,
realidade cruel
O texto se faz tão luz, muito mais que o sol,
refletido no cabelo 'Di Lua'
e agora me atinge de forma tão intensa que qualquer gosto do amor,
me faça sentir o personagem em seu intenso sabor
De todos os eufemismos que foram utilizados neste texto,
para definir outro, gerado e cuidado com mãos carinhosas,
talvez façam pelo menos uma menção honrosa
à sua magnificência gloriosa
(Sobre o Texto "Piasca Luabel, a menina do cabelo ‘di lua’ e o amor" de Natália Faria)
Deste tema que não veio aleatório,
e nem de um desconhecido,
de uma amiga agora faço intertextualidade
da história de Piasca, sentir cumplicidade
Talvez só agora venha perceber
o pedaço do peito rasgado, ao ler e sentir quase calado
a realidade fatal que o texto tem me mostrado,
entristeço quase abestado
Dos olhos molhados que agora falam
"parabéns, texto magnífico"
do sentimento anticientífico
desse tal de amor
Agora deixo no poema tão somente visões próprias,
a subjetividade me sobe a garganta , não consigo dizer sem comparações
as verdadeiras emoções
sentidas ao ler o texto
Tão perfeito e "ao fazer o leitor sentir"
talvez alguma coisa como, fazer dos problemas do texto a carapuça servir,
do leitor angustiado com qualquer ser ficcional que exista apenas no papel,
realidade cruel
O texto se faz tão luz, muito mais que o sol,
refletido no cabelo 'Di Lua'
e agora me atinge de forma tão intensa que qualquer gosto do amor,
me faça sentir o personagem em seu intenso sabor
De todos os eufemismos que foram utilizados neste texto,
para definir outro, gerado e cuidado com mãos carinhosas,
talvez façam pelo menos uma menção honrosa
à sua magnificência gloriosa
(Sobre o Texto "Piasca Luabel, a menina do cabelo ‘di lua’ e o amor" de Natália Faria)
sexta-feira, 4 de abril de 2014
Rolando dados ( ou qualquer coisa)
Rolando dados ( ou qualquer coisa)
que na vida não leva uma alegria sequer
do azar infindo e a tristeza profunda,
as grandes mágoas diárias que seu coração afunda
De agora uma pessoa tão sortuda
que sempre tem a sorte de estar com azar
qualquer um que, talvez tentando cortar
sangre, lágrimas ao rosto chorar
Agora de um dia comum
que a pessoa não teve sorte sobre nenhum
de seus acontecimentos,
de seus cotidianos tristes lamentos
Nunca qualquer que fosse um bingo chegou a ganhar
em qualquer concurso de dinheiro que a sorte apostar
apenas experiência estava a ganhar,
nada acumular
De qualquer um que olhou estranho para o amor,
não teve a sorte de se apaixonar (ou azar)
e até seus sonhos mais antigos,
apenas tristeza carregar
Agora sentado a beira da janela a olhar para o mar,
pensou muito em suicídio, pensou em se jogar,
acabar assim, cair no chão e "se matar"
e simplesmente a vida um fim dar
Pensou na sorte do amor que nunca baterá-lhe a porta
pensou um pouco, nada mais importa
mas não se jogou, vai que não morresse ?
talvez tivesse sorte que o azar acontecesse
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