Poema Momentâneo
Tal subjetividade que agora me mata
a floresta desmata
destrói , enfurece,
a subjetividade não esquece
A um tempo atras,
em outros versos,
outros pensamentos,
pensava outra coisa,
pensava sem contentos
Agora não fazia mais sentido nenhum
aquela frase, escrita em outro poema incomum
tão mentirosa agora apareceu,
no pensamento adormeceu
Queria eu não proferir tais palavras,
não ditas menas destruição causaria,
aquela que amei,
aquela que amaria
Aquilo hora foi necessário
talvez ficasse melhor sem
saber o problema que se passava,
que seu sono tirava
Subjetividade poemática,
me ajude no tempo e momento,
escrever algo que seja para sempre,
obra de meu contento
Que como as outras frases não sejam desfeitas,
que não precise ser reformulado,
que está perfeito
nessa sua forma e estado
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