terça-feira, 19 de novembro de 2013

Honras ao seu chapéu carnudo

Agora tiro pra você a boca,
com o chapéu te beijo,
a muito tempo, esse meu desejo,
logo com o chapéu bocejo

Muito tarde da noite agora,
não tinha mais boca aquele que
todo dia do sol cobriu
agora do sono dormiu

Traga-me sua boca, pensamento vil,
talvez agora queira um beijo
de meu chapéu civil
encontra-se no covil,
sua boca me deu, serviu

A noite chega,
logo escurece
de boa noite de seu chapéu
um beijo padece

Vêm esse à minha testa,
chapéu e boca re-trocar
você me beijou,
meu chapéu você tomou

Nenhum comentário:

Postar um comentário