Ao mestre agora escrevo,
a Vinicius de Moraes todo respeito
não pare de escrever seu soneto,
não largue do teu fiel amigo, amuleto
Agora talvez do poeta a homenagem poética,
lixo que está aqui à obra do mestre vangloriar
homem esse, sem tempo fixo, sem lugar à estar,
"nasço amanha... morro ontem" e morreu sem esperar
Talvez agora minta um pouco,
pois do seu ombro só conheço as poesias que deixou,
amigo reconheci, amigo seu sou
pois que não me aceite, mas a morte sem resposta me deixou
Que do seu amigo não esqueça a morte,
como eu aqui, escrevendo sobre a existência carnal
de um poeta, dramaturgo excepcional,
queira assim eu não dizer mal
Mas talvez de que sua vida tenha sido do amor ,
de tanta tristeza , saudade,
do carinho a maldade
amor que o maior apunhalou
De que a fé dos desesperados agora ressurja
faça aos nossos olhos se reencontrar
e agora ao poema sem um fim certo arrematar,
uma frase do mestre concedida, para o poema enfim acabar
"E viver esse amor até morrer
E ir conjugar o verbo no infinito..."
tomara que este fique bonito
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