quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Dormir só

Dormir só

Sono bata,
faça dormir,
mente cansada,
não desejo sorrir

Sono venha,
tire o café,
deixe deitar,
durma na sala de estar

Sono,
venha agora,
vamos embora,
já nasce a aurora

Sono,
venha,
fazenda de carneiros,
todos contados em números inteiros

Sono,
onde está ?
onde dorme ?
onde aparecerá?

Pois bem sono,
acordado agora estou,
não quer mais,
aquele que tanto te almejou,

Agora pois deixe-me escrever esse poema na cama,
pare com esse drama,
apague essa chama,
pois agora, com olhos quase fechados então,
não sono, nã....

Nenhum comentário:

Postar um comentário