Tal sem titulo
Um tal de poema com crônica criara,
Apreciava a arte e a todos levara,
Do que estava falando,
Era como um padre a palavra semeando
Era mais um,
Sem lugar nenhum,
Lugar ocupado pelos complexos,
De humanos disléxicos.
Não sobrava nem no fundo da xícara,
Muito menos na nata,
Não servia pro queijo,
Estava fora da lata,
Era um tal sem vida,
Que com vida criava, dançava, vivia,
Mas sem vida,
Sua alma estava vazia
Não tinha a quem pedir ajuda,
Estava parado como toda a humanidade,
Parado no tempo, no momento
E via sofrimento em seu olho atento.
Choramingava algumas lágrimas de jacaré , e logo voltava a ativa
A vida devia ser vivida, vivida na esportiva
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