segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Alimento à alma

Falta de alimento

Procuro alimento,
Nômade queria eu achar
O alimento ideal
Suprir o que me é vital

Encontro um pomar,
Será este o ponto?
Ao alimento vou de encontro

Nhac Nhac*
Uma mordida eu dou
Nhac Nhac*
Uma maçã comendo estou

Uma lagarta
Nova amiga encontrei
E glicose, como ela
Terei,

Tantas maçãs no pomar,
E logo na minha entrar,
Queria eu a matar,

Logo foge, se esconde,
E eu logo procuro ( onde?)
Teria bem corrido,
Da morte, teria fugido.

Me deparo com a maçã
Logo sem utilidade ela está
Seria apenas migalhas,
Adubo ao solo voltar

Agora,
Frente ao imenso pomar,
Novamente decidirei:
Qual maçã escolherei ?

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